quinta-feira, maio 11, 2006

Outras atracções (não museus) - parte 1


Depois das torres caírem, o velhinho Empire State Building voltou a ser o edifício mais alto e de referência que se vê a partir de quase toda a cidade e arredores (assim a lembrar a torre Eiffel em Paris). As torres eram mais altas, e deviam sobressair muito mais. O tal City Pass incluía a subida ao Empire, com várias filas daquelas aos ziguezagues, labirínticas, mesmo depois de chegar ao 80º andar (no elevador sentia-se a pressão nos ouvidos). Quando chegámos lá acima já era de noite, mas tínhamos também incluído o guia com auscultadores que se revelou muito útil. Porque é giro ver os prédios, mas de noite, pareciam todos iguais e sem conhecer não abonava muito. O tal guia explicava as zonas, edifícios e tinha histórias giras. Num dos dias seguintes, lemos no jornal Metro (lá há muitos jornais gratuitos, nós já temos 2) que um senhor de idade entrou na wc e saiu vestido com um fato de milhares de USD, uma máscara com câmara e preparava-se para dar um saltinho… a polícia deteve-o mas a foto mostrava o senhor já do lado de fora, e as grades são muitas!
O passeio de barco foi uma surpresa agradável e dava para descansar enquanto o comandante ia explicando o que víamos, pelo rio Hudson e mar, as pontes, a estátua da liberdade, os edifícios que ruíram no 11 de Setembro, o prédio aberto onde o pessoal bate umas bolas de golfe em frente ao rio e que vão parar às redes, o prédio onde a Nicole Kidman tinha um apartamento e o Robert de Niro tem um restaurante, o heliporto dos VIPS, etc. A estátua da liberdade é verde por acção do sal marinho no material bronze que a constitui. As pontes são fáceis de decorar, BMW = Brooklin, Manhattan e Williamsborough (acho que é assim que se escreve!).
JM