quarta-feira, abril 26, 2017

RJ Colher de Pau

O café/ pastelaria Colher de Pau ficava quase logo ao lado do Jobi, famoso pelo brigadeiro, há 43 anos pelo Leblon. Para além do brigadeiro na forma tradicional (enorme, muito doce, bom) e em bolo, provámos as variantes de bolo negro, bolo rocambole de brigadeiro com baba de moça (muita caloria numa receita com resultado divinal e strudel. 
Nao foi tudo de uma vez só, voltámos noutro dia para satisfazer a (minha) gula :D

segunda-feira, abril 24, 2017

RJ Restaurante Jobi

Voltei ao Rio pela 3a vez a visitar as Ms, 1 semanita curta, já fora do período de Verão.
A maioria dos posts ainda em fase de concepção, mas assim que cheguei...
Para que não faltassem as forças depois da viagem de mais de 11h, fomos logo almoçar no dia da chegada ao Jobi, comer uma picanha e um arroz de brócolos, esse meu adorado acompanhamento!
A companhia optou por uma empada de frango, pastel de palmito e salada.
É assim quase tasca, bar de jolas, mas come-se bem e tem pratos portugueses na ementa, bacalhau, e há sempre feijoada.

Avenida Ataulfo de Paiva 1166, Leblon

sexta-feira, abril 21, 2017

Traiteur Saffraan

Foi um Domingo de sol, Primavera quase a dizer olá ao Verão, esplêndido. Tentar encontrar uma esplanada com espaço é uma sorte, mas nos bairros fora do centro é mais fácil e fomos dar ao Saffraan.
Quiche de queijo de cabra e espinafres. Portobello com cenoura, couve, espinafres e parmesão.
Torrada com húmus, caponata e salada com rúcula e couve branca. Salada de espelta e lentilhas, muito variada.
Era mesmo o que queríamos, solinho, comida simples, saudável e leve!

A decoração interior é muito engraçada e original. Os donos são muito simpáticos, apetece ficar lá a comer e ajudar na cozinha!

quarta-feira, abril 19, 2017

Restaurante Meram

Num sábado à noite, com pouco tempo para comer e sem reserva, tentámos vários sítios até ter mesa no Meram, uma cadeia de restaurantes de comida Turca em vários locais da cidade. O serviço é sempre rápido, a carninha é sempre muito saborosa, com abundância de tomate, pepino, salada e vegetais frescos. Foi pena não haver a sopa de lentilhas. O ayran era caseiro, que se via a jorrar neste cubículo de vidro, cheio de espuma de lacticínio, entre o iogurte e o leite, muito bom. 
É um sítio para jantar bem e rápido, sem ser muito bonito ou para celebrações, boa comida a bom preço.

segunda-feira, abril 17, 2017

Visita da família Albino Tavares

O TT é o meu amigo mais antigo, já lá vão mais de 30 anos desde a 1ª classe, dos tempos em que éramos (sub)-delegados de turma e tínhamos “5s” a tudo no fim no ano. E era quem faltava visitar desde que emigrei, demorou!
Depois da viagem pelaAmérica do Sul de mochila às costas, passar um fds em Amesterdão era coisa fácil.
Sábado fizémos o passeio tradicional, com os miúdos a pé ou às cavalitas, portaram-se lindamente nos quase 8km que percorremos na cidade! Passando pelas letras em Museumplein, pausa no parque infantil, entrámos no mercado Albert Cuyp e atacámos o arenque, que até os miúdos gostaram. O kibbeling foi igualmente apreciado, com molhos e muitos guardanapos. Passando aos doces, das poffertjes só sobrou açúcar em pó no prato de papel, a stroopwaffel acabada de fazer deixou apenas caramelo para lamber nos dedos. O Markt estava em dia de festa e deu a provar sopa de feijão, queijos, iogurtes... 
Na Rembrandtplein mais ocasião para fotos e para o Manel dar provas de cantoria e habilidades de artista em palco. Perdido por 100, perdido por 1000, venham as batatas fritas com molho de amendoim! Visitámos o Begijnhof já fora do horário normal mas ainda cheio de turistas, como costume. Enquanto uma missa decorria, um jantar foi preparado em casa, não fosse alguém ter fome depois de tanta iguaria!
Domingo foi dia de ter a bakfiets emprestada (da ex-vizinha). E claro que os miúdos adoraram. Demos a volta ao Vondel e os miúdos aventuraram-se (principalmente a Lu) na construção alta e desafiante dos tubos escorrega. Visitaram o museu casa barco para saber como se pode viver numa casa flutuante. Passámos nas panquecas (expandiram com uma sala ao lado, mas acho que as panquecas estão mais finas que no antigamente), deixando espaço para a tarte de maçã e chá de menta.
Seguimos de barco para o Eye, demos um passeio e voltámos para ir “ler” e brincar na biblioteca, acumulando muitos livros na cabana do Manel e do urso. Faltaram muitas coisas da lista e que sabíamos ser difícil de cumprir, mas não faltou a foto na soca! Depois de um dia preenchido, o Manel adormeceu na bike…
Obrigada pela visita! Fico à espera da 2ª ronda, para ver as flores, os moinhos, os queijos, os licores, os museus e tantas outras coisas que há para visitar, descobrir e comer J

Ainda estou para perceber em que modo dominó é que dormiram todos na minha cama, mas confirmo que o colchão insuflável dá boas noites!

sexta-feira, abril 14, 2017

Restaurante Le Kouriet

No centro de Paris, ou em qualquer outra cidade grande, pode ser um tiro no escuro encontrar um sítio para almoçar ou jantar. Será para turistas, será bom, será caro?
Fui almoçar ao Le Kouriet com um colega, cuja família é da zona (Norte da Algéria). Gostas de couscous? Sim, claro!
Não tirei foto à travessa de couscous que foi servida para 2... e que dava para 4 pessoas, a julgar pela metade que sobrou depois de ambos repetir a dose... pedi méchoui, memé, e vinha acompanhado de outra travessa com um estufado de legumes com caldo onde se pode adicionar harissa (picante) e que compõe o prato. Nesse dia quase  não jantei...
Voltei para almoçar sozinha na semana seguinte e pedi as merguez, salsichas de memé, “só” 4. Acho que consegui comer ¼ do couscous servido... noutra mesa vi servir o “royal”, acho que só a parte da carne daria para 3 pessoas, mas como os srs eram barrigudos e grandes, foram capazes de dar conta do recado.
O sr é uma simpatia, muito simples. E a sra também, suponho que seja a mulher. No fundo do restaurante, perto da cozinha, almoçam os habituais, lenço na gola para não manchar a roupa, pãozinho de lado para empurrar a comida.
A refeição fica em... 10eur! Ninguém sai dali com fome, garantido! Um cházinho de menta cai bem para ajudar a digerir, acresce 1.20€, ui ui...
A porta do lado pertence ao mesmo, é tipo tasca, daquelas onde não entraria se não soubesse que era ok. Ah e se acabar o couscous ou os vegetais, o sr pergunta se quer mais, e traz, sem que se pague mais... é assim que se recebem os “hóspedes”, com boa vontade e prazer.

23 Rue Viala, Paris

quarta-feira, abril 12, 2017

Poké perfect

O poké é um conceito muito simples, ingredientes de sushi numa taça, à nossa escolha, centenas de combinações possíveis, tal a variedade de base, proteína, toppings, molhos e toques finais crocantes.
Quando passei a 1ª vez no Poké Perfect, de bike, e vi que era um sítio novo, fiquei curiosa, tinha bastante gente. Quando tentei ir com uma amiga, tinham acabado de perder a licença de ter mesas, por queixa de uma vizinha. Quando fui há umas semanas, ia preparada para take-away, mas afinal já se podia voltar a comer lá, a vizinha perdeu o caso. Realmente, não tem cheiro, não é algo que demore a comer e fecha cedo, não há muito ruído… teve foi um sucesso imediato tal que tem estado sempre cheio e às vezes até têm de fechar temporariamente as encomendas online por falta de capacidade para escoar tanto pedido. Entretanto já abriram também em Utrecht.
Uma sopa miso e uma opção sugerida:
The Witzel – salmão, abacate, pepino, cebolinho, masago laranja (ovas de peixe), com sementes de sésamo e o molho da casa Ponzu, base de arroz de sushi.
Um pedido ad-hoc, com base de quinoa, salmão, feijões edamame, tangerina, salada de algas, flocos crocantes de algas e cebola crocante, também com molho Ponzu.
Pedimos as taças pequenas, e garanto que é muita coisa para comer! Simples e perfeito, leve, fresco, saudável. Atendimento muito muito simpático, descontraído e empático.

Para a próxima experimento a variante sushirrito…