quarta-feira, junho 28, 2017

Gelados da Massimo

O sr Massimo abriu uma fábrica de gelados no Pijp, quem em dia de Verão estava inevitavelmente com fila à porta.
Lá dentro era um calor imenso... e fiquei fisgada no “pote de tiramisu”, mas a missão era provar os gelados... que também havia em versão tiramisu J
Acompanhei com um sabor estranho, menos comum, ricotta com vigo. Muito doce e cremoso... que por acaso não combinava bem c o tiramisu mas não faz mal. O chocolate preto recomenda-se!!
Os gelados são cremosos, meio pastosos, que requerem alguma prática para as sras tirarem dos baldes de metal e servirem no copo/cone.

Os ingredientes vêm de Itália e o preço é baratinho, 1.5eur a bola (cone ou copo). Pena não ser mais perto, mas estou à espera de voltar para provar mais sabores e mais tiramisu, seja em que forma for!

segunda-feira, junho 26, 2017

Parque Walibi

A Holanda tem muitos parques temáticos, uns mais infantis, outros menos. O Walibi tem para todos os gostos, não é gigante e faz-se bem num dia, com tempo de repetir os preferidos, várias vezes. Era para ir c uma amiga, 2h e tal de transportes, mas naquela conversa de “planos de fds?” descobri mais 2 colegas “fanáticos” por montanhas russas. O 5º não era fã mas não se importava de ir e tinha carro da empresa, vamos a isso!
Chove-não-chove, comprei bilhetes online, incluindo o parque (recomendo esta opção, porque no fim do dia a fila para pagar na máquina era pouco convidativa!) e tivémos sorte, pouca gente.
Houve uma espera mais demorada de quase 30min, mas de resto foi quase sempre rápido.
Começamos pelo Robin Hood, feita de madeira, por isso faz mais barulho e treme muito, até me apetecia tapar os ouvidos! Faz lembrar a do Indiana Jones na Disney em Paris.
A montanha russa mais alta e mais rápida (106km/h) do país é o Goliath. Não sou capaz de levantar os braços, mas a maioria fazia-o com gosto! E para quem gosta era a preferida!
O express platform 13 deixou-me uma memória nova, dos 0 aos 90km/h em 3seg! Senti-me como na guerra das estrelas quando arrancam e vemos as estrelas a ficarem em linhas... irra, muito muito rápido e sente-se bastante!
O Condor tinha a diferença de ir com os pés/pernas livres, mas também muitas cambalhotas, parafusos e “cabeçadas” nas proteções almofadadas.
O Speed of Sound era pequeno mas rápido, 1º faz-se de frente, e depois de costas... quando íamos à 2ª ronda, ouvimos um estrondo e vimos a carruagem parada na subida... antes de começar a volta para trás. E lá ficaram uns bons 20min senão mais... depois vimos um operador a ir lá. E eventualmente subiu até ao fim e fez a volta inversa. Mas perdemos vontade de repetir...
O Lost Gravity é recente, de 2016, apenas 87km/h tem muitas curvas, parafusos, cambalhotas... só fiz uma vez mas houve quem fosse 3x de seguida!
O Crazy River tem 524m e envolve água, uns splashes que não fazem mal a ninguém, calminho e com a sensação de estar num parque aquático!
Também nos sentámos na roda gigante para apreciar a vista do parque.
Havia outras coisas para os mais pequenos, dá para a família toda.
Levámos snacks e há lá comida, pouco saudável e não muito barata, como costume. WC limpinhas, o mapa ajuda a guiar pelo parque, que também tem várias áreas de descanso e árvores com sombra.
Gostei, mas (não sei se é da idade...) fico tonta depois de algumas voltas e preciso de descansar. Não é enjoada a querer vomitar, nem medo, mas aquilo abana o cérebro... Não fiquei com nenhum preferido, cada um tem as suas particularidades.

Próximas aventuras do grupo, talvez um parque na Alemanha ou em Barcelona...

quinta-feira, junho 22, 2017

Moscovo Teremok

As tradutoras/ assistentes do escritório sugeriram ir ao Teremok (o “p” em cirílico é um “r” ocidental). Chamei-lhe o “MacDonals Russo”, há em todo o lado e o wikipedia diz que se especializam em crepes Russos (blinis).
“Estudei” no hotel antes de sair, para ver o menu, tentar traduzir e lá fui. Na porta dizia que falavam inglês... nah... mas disse, apontei e consegui facilmente experimentar o que queria: a famosa sopa borscht,  com beterraba e carne picada, deliciosa! Escolhi uma panqueca/ blini com salmão e ainda (haja barriga!) uns pelmeni, dumplings com recheio de carne (ou pode ser peixe ou cogumelos) com sour cream.
Para beber um Kvas, bebida gaseificada feita de pão escuro, sem álcool. Soube melhor vindo da “torneira” à pressão do que comprado em garrafa no supermercado. E pacotinhos de sal e pimenta, engraçados... em “Russo” J

quarta-feira, junho 21, 2017

Moscovo Confeitaria Pushkin

Tinha referência de um café/ pastelaria/ confeitaria com o melhor éclair da cidade. E à falta de mais sugestões, caminhado pela cidade, porque não experimentar?
Não confundir com o restaurante, este Pushkin é um mimo de visitar, faz lembrar a Confeitaria Nacional na baixa em Lisboa.
Dedicada à pastelaria Francesa, cheia de bolinhos, doces e iguarias docinhas para regalar com os olhos. 
Ora então o objectivo era um eclair, havia de baunilha, maracujá, caramelo e chocolate. Escolhi maracujá, para ser mais diferente. 
E no entretanto pedi uma tarte/quiche para levar, já estava com pressa para o comboio de regresso a S. Petersburgo e não tinha jantado. Queria a de peixe mas não estava pronta, levei a de carne, que veio com uma garrafinha de caldo/canja, para adicionar. Era tão grande que foi jantar de Sábado e almoço de Domingo...
Que maravilha de éclair, realmente... uma delícia, um momento doce e descanso merecido... embora stressada com o metro para voltar para o comboio... Não foi barato, cerca de 6.5eur, mas foi uma vez e valeu bem a pena!

terça-feira, junho 20, 2017

Moscovo Catedral de S. Basílio

Estando na praça vermelha, é impossível não reparar na igreja colorida, qual conto de fadas cheio de imaginação. Mais conhecida por catedral de S. Basílio, o nome oficial é Cathedral of the Intercession of the Most Holy Theotokos on the Moat (ufa).
Entro, não entro, valerá a pena?... Fui, já que ali estava e tinha tempo, 8eur de entrada. 
Do séc XVI, construída a pedido do Ivan o Terrível para comemorar a captura do sr Kazan em Outubro de 1552.
É uma igreja difícil e confusa de visitar, porque é composta por 8 igrejas/ capelas em redor, uma nona ao centro e uma décima ainda ao lado. Meio labirínticas mas muito coloridas e catitas.
Podia ser um bolo ou casinha de bonecas, é mesmo de uma arquitectura e cores muito peculiares, alegre!

segunda-feira, junho 19, 2017

Moscovo Kremlin

Bilhetes comprados online no dia anterior (tive sorte de ter lugar no slot das 14:30), cerca de 11 eur, levantei no quiosque a meio dos jardins, evita-se a fila, mais um controlo de malas e estou dentro do Kremlin!
Tudo parece normal, é influência a mais de filmes de espiões em que os Russos são sempre os maus...
A “fortaleza dentro da cidade“ tem 5 palácios, 4 catedrais, o muro enorme e várias torres em redor da área onde, supostamente, vive o presidente da federação Russa.
A visita da Armoury Chamber, com hora marcada, tem guia áudio gratuito. Mas fiquei confusa com o que a sra me disse, por isso comecei no sítio errado e não estava a perceber os números das salas... comecei a fotografar até que uma sra me disse que não podia, ah não sabia...
Carruagens antigas, vestidos, coroas, jóias, armas, adereços para os cavalos... 
Muito interessante mas também cansativo de ouvir tudo e ver tudo, os presentes ao Estado, loiças, cerâmica, pratas, ovos e outros trabalhos da casa Fabergé...
Souvenirs baratinhos nas lojas lá dentro, embora não soubesse, mas comprei os imans da praxe.
Depois há muitas igrejas ortodoxas para visitar, com pinturas/gravuras nas paredes e pilares, do chão até ao tecto, muitos turistas e guias que bloqueiam a passagem...
O canhão dos Tsares e o sino enorme dos Tsares, muitas toneladas.
Vi o heliporto onde o sr Vladimir aterra quando lá vai trabalhar, mas não o vi! 
É um espaço agradável para visitar, no centro da cidade sem confusão, jardins bonitos e espaço para descansar, ver o mapa e delinear o percurso seguinte...

sexta-feira, junho 16, 2017

Moscovo Praça Vermelha

Depois da volta turística no metro, tinha a grande expectativa de ver a praça vermelha, com vários edifícios de cor vermelha, pois claro, calçada (aparentemente com pedras vindas da Áustria) e turistas qb.
Houve uma pequena falha na visita que só percebi depois de ter voltado. Não sabia (falta de preparação...) que o mausoléu do Lenin estava lá na praça, por isso não procurei, não vi, passou-me (literalmente) ao lado... Havia uma estrutura a ser desmontada, um palco, provavelmente porque na semana anterior tinham sido feriados importantes, talvez com discursos ou concertos. E de lado também estava vedado... por isso passei, não fotografei, não olhei... numa das fotos consigo ver as barreiras, seria por ali, mas... oops!

Catedral de Kazan, museu do estado, paredes do Kremlin, um centro comercial caríssimo mas num edifício muito bonito, e a catedral de S. Basílio, que tinha um “íman” imediato e tive de me aproximar para ver. É como ver a torre Eiffel pela 1ª vez... um marco de cidade, conhecido pelas fotos e filmes, ao vivo e com muitas cores!
Mas tinha bilhete com hora marcada para o Kremlin, voltei para trás e fui pelos jardins do Alexandrovsky encontrar as bilheteiras.
Turistas no meio das túlipas (até parece que estou na Holanda!), estátua do sr Alexandre e do Vladimir, confirmo que estou em Mockba!
Depois de visitar o Kremlin sai-se para a praça vermelha, e passei no shopping caríssimo com pouca gente, concentrada nas várias bancas/carrinhos de gelados. Dizem que são bons mas não sabia qual era o especial e não apetecia estar na fila...

Muito pouca gente fala inglês, em todo o lado, é um bocado frustrante enquanto turista, mas o meu Russo também não é muito desenvolvido...

quinta-feira, junho 15, 2017

Moscovo Metro

A 1ª dica de uma colega Russa era percorrer a linha circular do metro, a 5, castanha. E assim, foi, entrei e saí em todas as estações... o bilhete na máquina custou 85cent por uma viagem, tinha instruções em inglês J
Quase sempre havia polícia e eu com receio de que achassem suspeito eu sair da carruagem, tirar umas fotos e voltar a entrar... Mas havia grupos de turistas com guia em várias estações, eu não era a única maluca a fazer aquilo...
As estações são monumentais, espaçosas, muito mármore, iluminação de candelabros impressionantes, limpo, arejado...
O metro teria wifi mas o meu telemóvel não quis ter rede na Rússia muitas vezes, chato. Um mix muito diferente de culturas... asiáticas, olhos rasgados, peles escuras, caras fechadas, expressões duras...
Muitas foices e martelos, o sr Lenin, famílias, mulheres trabalhadoras, jogos de xadrez, vitrais...
Até tinha sítio dedicado para tirar fotos, portanto não estava a fazer nada de errado!
Muita riqueza em todas as estações, bem cuidado, pintado, brilhante... os metros variavam entre o velho e o menos velho, muito frequentes e, para um sábado, achei que não tinham muita gente.
Demorei quase 1h no entra e sai, fotografias e contemplações. Por menos de 1eur é como se fosse a um museu... vale a pena!

quarta-feira, junho 14, 2017

Moscovo

6f confirmei que não ia ter de trabalhar no fds, por isso podia... ser maluca e ir a Moscovo 1 dia... e assim foi! Já tinha visto preços dos comboios na semana anterior (220eur) e no dia anterior (270eur), mas no próprio dia já estavam bastante mais caros, quase 300eur. Mas tentei, com o cartão de crédito Visa tuguês e não estava a dar... contactei o banco em PT e... bloquearam o cartão porque o site era suspeito... devia ser equivalente à “CP” russa mas sempre é Rússia... boa, agora fico sem cartão VISA para compras online, e por lá não costumam aceitar Amex, não são BFFs dos EUA... mas para transações presenciais o cartão ainda ia funcionar.
Quase a desistir, perguntei aos consultores e sugeriram outro site Russo, onde os preços eram... 1/3! E beneficiei de um cartão russo, paguei em dinheiro. Fui!
Acordei às 5 e picos da manhã, pedi ao hotel para me arranjar um pequeno-almoço para o caminho e fui de uber até à estação. Rx na estação e lá me sentei no Sapsan, comboio das 7am que me ia levar a Moscovo em 4h. 1ª desilusão, o wifi era só para a classe executiva... na ida levei o tapa olhos e dormitei, li os panfletos e comecei um livro novo.
Cheguei! Com algum receio (bastante, que depois se revelou desnecessário, até levei a bolsa interior à volta da barriga para ter o passaporte e dinheiro em mais segurança, mas mais vale sempre prevenir que remediar... sozinha em Moscovo) e lá fui para o metro. Consegui comprar o bilhete na máquina e fui dar a volta na linha circular do metro, a 5. Posts dedicados virão!
Depois passei a ver o teatro Bolshoi, a casa do ballet e ópera Russos. Comi num restaurante pequenino do centro comercial lá ao lado e segui para a praça vermelha (posts futuros)... e depois ao Kremlin (idem, posts futuros).
E depois fui andando pelas ruas pedestres a ver as vistas, a tentar (sem sucesso) ter wifi gratuito. Entrei no Tsentralnyy Detskiy Magazin na Lubyanke, um centro comercial inteiro de 6 andares dedicado totalmente aos miúdos... lojas de brinquedos, de roupa, sapatos, cabeleireiros, pinturas, carrocéis, actividades, comida, cinema... tudo para os mais novos. Um conceito diferente e engraçado! Com algum custo (elevadores cheios, escaldas rolantes longe e também cheias) consegui chegar ao terraço, para ter uma vista (gratuita) da cidade, com os marcos mais importantes descritos. Giro!
Segui por ruas pedestres, animadas, solarengas (uma cidade com sol causa sempre melhor 1ª impressão!). Entrei numa livraria para finalmente comprar postais, tinha boa pinta. E fui a um café comer um éclair e comprei o jantar que comi no comboio de regresso (post futuro, pois). Quase a correr para o comboio de regresso, novamente às 7 mas da tarde, já custou mais um bocadinho a passar as 4h mas lá cheguei a S. Pete. E sem conseguir net, não havia uber, e não querendo arriscar táxi local (preço elevado, algum risco), fui de metro e caminhei mais um bocado até ao hotel. Resultado, foram 15.5km caminhados, estive fora do hotel cerca de 18h, foi um dia muito muito cansativo, mas valeu a pena!

E foi dia do Benfica ganhar o tetra, e do Papa visitar Fátima e de ganharmos o festival da canção! Quando cheguei ao hotel, exausta, consegui ver o fim na app da rtp play, as votações, uau! E depois deram a conferência de imprensa e a reportagem e só fechei a loja às 3 da manhã, quase com uma directa em cima! Quando cheguei pedi na recepção que me guardassem uma banana e um iogurte, ia falhar novamente o pequeno-almoço, pena, seria tipo brunch e podia comer com calma todas as coisas boas, mas fui passear e precisava de descansar, não se pode ter tudo...

Moscovo, check! Fiquei com boa impressão da cidade, com vida e alegre, diferente de S. Pete. Os consultores eram quase todos de lá e diziam que preferiam Moscovo. Menos turistas, menos palácios e edifícios monumentais, diferente...

terça-feira, junho 13, 2017

Restaurante Shengen

O que se come na Rússia? Mais ou menos isto, sem desilusões e com barrigas felizes.

Onde comer em S. Pete? O meu colega conhecia o Shengen de uma visita anterior e fomos lá, 2 vezes seguidas, em receita vencedora não se mexe! Boa comida, serviço simpático, menu com especialidades locais mas também internacionais. Preço acessível, vinho verde tuguês, Tiroliro (mais uma aposta ganha a florescer no mercado Russo, eles gostam)!!! 
Russian king crab salad with avocado and yuzu jelly
Squid salad with shiitake mushrooms, daikon and Asian dressing
Duck breast with cauliflower cream and caramelized nectarine
Pineapple with coconut mousse and chili sauce
Russian style cheesecake with raisins and vanilla sauce
Oferta de limoncello local, menos doce e menos alcoólico. Limonada da casa também era muito boa.
Beef tartare with pickled daikon and parmesan cream
Octopus carpaccio with sun-dried tomatoes and aioli
Slow cooked turkey with lentils and smoked celeriac cream (falta a foto)
Sautéed seafood with smoked creamy sauce
Fillet of beef with carrot cream, spring onion and beef jus?
Chocolate mousse with passion fruit and mango sorbet
Pistachio and cinnamon panna cotta

Era tudo muito bom!

segunda-feira, junho 12, 2017

São Petersburgo 2017

Sendo a 3ª visita a St Pete, 2ª em trabalho (posts da 1ª visita em 2008), já não estava a planear muitos passeios. O trabalho não era pouco, os dias eram longos, jantares tardios, durante a semana pouco deu para espairecer. Passei lá um fds, sábado fui a Moscovo e Domingo dei um giro pela cidade, na metade do dia em que estive activa. 
Houve uma noite em que jantei sozinha, portanto foi coisa rápida, e como os dias são grandes, deu para um passeio a pé pela cidade (+ de 5km) para rever os marcos importantes. Passei na igreja “Holy Righteous Simeon and Anna the Prophetess”, atravessa-se a ponte e vê-se o “Ciniselli Circus”, passei à porta do museu Russo de Etnografia, seguido do museu Russo. Continuando pelo quarteirão, temos a igreja “Savior on the Spilled Blood”, colorida e muito peculiar. Quem diria que tirar uma selfie é tão difícil?...
Segui até à praça do palácio Hermitage, imponente, com bandeiras de muitos países (não sei o motivo), e lá fiquei à espera que a bandeira nacional abanasse com o vento para ficar mais visível e bonita na foto J
Jantámos duas vezes no Terrassa, menu (disponível online) com demasiada escolha, com fotos para ajudar e que faz parte do projecto Ginza. E tinha a vista maravilhosa da catedral Kazan, com luz de dia e de noite. Também jantámos no Moskva, o mesmo conceito, fácil para turistas e grupos grandes.
E o que andei a comer? Bife tártaro, adjarian khachapuri (prato tradicional da Geórgia, uma espécie de pizza com ovo estrelado em cima), qutabs (espécie de panquecas dobradas ao meio com recheios variados, cogumelos, batata, “verde”), bife stroganoff... haverá mais posts com mais comida, não foi só isto!
No hotel, no pequeno almoço, variavam algumas coisas e duas ou 3 vezes tiveram “paschle de nata”, eram bonzitos mas não crocantes e massa diferente, sabor quase lá... alguém que comece a exportar pastéis de nata para a Rússia, há mercado! Provei o bolo de camadas com mel “Medovik”, comprei no supermercado. Era bom mas difícil de comer sem colher/garfo, a dentada não dava para todas as camadas... faltou provar o Napoleão, seria mais doce mas de aspecto semelhante.
Tive encomendas de vodka, trouxe um Beluga, um Standard gold e um “Russo vermelho”. E também há lá joaninhas comestíveis!

sexta-feira, junho 09, 2017

Restaurante Moldavië

Colegas Romenos, desafio para experimentar o restaurante Romeno! Assim que nos sentámos veio um copinho de “ginginha”, menos doce e menos forte que a nossa, mas engraçado ser semelhante. Têm cerveja local de Timisoara.
E o que se come na Roménia? 1ª opção do menu... sopa de tripas! Na realidade é sopa de “dobrada”, com tiras de estômago da vaquinha. Não foi isso que pedi mas os nativos gostam e experimentei. Não é mau, mastiga-se bem... de entrada pedi a polenta com sour cream e queijo, que depois de misturado fica muito bom. Dava era para 2 pessoas, enche bastante... quase pedi a “zacusca”, recomendada por outra ex-colega, mas fica para a próxima, seria um paté de tomates, pimentos, cebola e beringela.
Quase todos pediram as salsichas grelhadas “mici”, provei um bocadinho. As salsichas enroladas em couve seriam também típicas mas demaisado porquinho para eu gostar. Pedi o estufado Romeno, picante. Servi-me, repeti e sobrou para mais 2 vezes, que exagero de quantidade! Era muito bom, saboroso.
E de sobremesa, já não havia espaço mas dividimos o “donut com sonho” com um creme branco (não era chantilly) e compota de frutos vermelhos. Era bom, doce, mas também dava para dividir por 4 pessoas, à vontade!
Com os dias grandes, decidimos caminhar para casa, para digerir. E descobrimos pinturas locais, murais, curiosos... e acabou por ser uma caminhada de 8km... pelo menos não fui para a cama de barriga cheia!
O restaurante nunca tem muita gente, não é preciso reservar. Fica perto de uma paragem do tram 13, mas assim já bastante fora do centro. Faz-se de bike, comida em muita quantidade e preço muito acessível.

Porque se chama “Moldávia”? É uma região da Roménia, não é por ser o país vizinho...

quarta-feira, junho 07, 2017

Restaurante REM Eiland

O REM Eiland era uma ilha no mar no Norte com plataforma de transmissão de canal regional Holandês nos anos 60. Depois trouxeram para a cidade e transformou-se em restaurante, mantendo alguns equipamentosd originais da época. É uma estrutura estranha, muitas escadas, casas de banho "de barco". E fica numa zona longe do centro, de +- difícil acesso, anda-se às voltas de bike até encontrar o dito. No futuro talvez venha a ser zona posh, há muitos edifícios com lofts e apartamentos grandes para novos moradores. 
A vista é desafogada, do porto, a cidade ao longe... tem terraço com exposição solar agradável.
Comemos uma sopa de espargos (estamos na época) e dividimos a salada de salmão fumado com abacate, cogumelos shiitake, cajus e azeite de ervas, mais o peixe do dia com espargos verdes, flor de lótus, vegetais da época. Estava tudo muito bom.
O serviço foi simpático mas a sra não se lembrava de nós muitas vezes, o costume. Num dia de Verão (claramente não o caso esta semana) pode ser bom para aproveitar o terraço e fugir do centro cheio de turistas...

sexta-feira, junho 02, 2017

Kanarie Club

Sítios para brunch que não estejam sempre cheios de gente não é fácil de encontrar... mas se formos às 2 da tarde em vez do meio-dia, fica mais fácil, embora estejamos já esganados de fome nessa altura. Dentro do food hallen há muitas opções para todos os gostos, mas tem sempre a dificuldade de arranjar sítio para sentar, todos juntos. No Kanarie Club conseguimos reservar e estar descansados.

O problema de não tirar foto ao menu ou apontar na altura, é que depois no site nem sempre tem a info actualizada, neste caso eu sei que tinha opção de brunch e agora já não aparece... portanto temos menos info detalhada, mas claramente um hamburger guloso, uma tosta com salmão, abacate e ovo escalfado, outra semelhante mas com fiambre e uma focaccia com ovos mexidos e compota de... talvez morango. E batatas fritas, facilmente reconhecíveis e partilhadas pelo grupo, crocantes e boas. Bom e simples, o serviço Dutch do costume mas não há nada a fazer...

quinta-feira, junho 01, 2017

Rose’s cantina

A “cantina da Rosa” fica numa das ruas movimentada com muitos turistas e está na lista dos tops para o ceviche, portanto fomos experimentar.
2 cocktails para acompanhar: Maracuja Sour – versão mais doce e tropical do pisco sour. Spiced Mule – vodka com pimenta Chipotle, ginger beer e sumo de lima. Parece que no fim estava mesmo muito picante...
Para entrada pedimos uma quesadilha de cada, a classica e a chingona (com frango). E a minha amiga pediu extra de guacamole. E eu tb lhe fui dizer que queria o mesmo, mas ele disse que não era preciso, porque já era suficiente. À Dutch... oh sr, mas se eu gosto muito de guacamole, a minha amiga não adora partilhar e eu quero (e pago por isso), não posso? Mas pronto, ignorei...
Quando viream as ditas, perguntei ao sr qual era qual, ele tentou adivinhar, levantou uma (com os seus dedinhos certamente não lavados, à Dutch) e arriscou. Mas rapidamente concluímos que eram as duas de frango. Dissemos, pediu desculpa, veio outra correcta. Muito bem, obrigada. Sendo assim a entrada foi 3 quesadillas a cada uma...
E depois o Ceviche clássico, que estava muito bom! Só não se percebeu porque demorou tanto tempo, não será concerteza por dificuldade na confeção porque é suposto já estar feito e temperado com antecedência... mas pronto, não foi mau.

A decoração é engraçada e com muitas alusões à cultura mexicana, objectos engraçados. No verão terá o jardim interno aberto, convidativo a um fim de tarde solarengo. Algo ruidoso, mas com comida boa e muitas opções de cocktails, também com a vantagem de abrir até tarde...