terça-feira, maio 20, 2014

Kinderdijk p1



6 anos na Holanda e nunca tinha ouvido falar no Kinderdijk, oops, falha! Foi preciso a visita do P., S. e I. para ficar a conhecer mais um património mundial protegido pela Unesco.
Para ir de Amesterdão com transportes é coisa para o dia todo, muitas mudanças. Felizmente a M. emprestou o carro e fui com as visitas até perto de Roterdão, ver os moinhos.

O preço da entrada inclui a visita a um moinho, mas pode-se combinar com o passeio de barco, poupando escassos 50 cêntimos da compra em separado... que depois se podem usar na wc... ou então não se paga porque em vez de uma sra com ar ameaçador há uma caixa muda. Já paguei entrada e ainda tenho de pagar wc?? 50 cêntimos??
O passeio de barco é agradável, cerca de meia hora a navegar pelo dique, apreciar os moinhos, os patinhos (viva a Primavera!) e a paisagem.
Depois podemos ver um filme sobre a área e a época. Havia muitas excursões, entrámos na sala. Ia ser falado em Holandês com legendas em Francês... oops! Mas dá para perceber +-... que há tantas teorias para o nome do sítio, dique da criança, que nenhuma é a oficial.

Na oficina das madeiras haverá workshops a explicar e exemplificar, mas já era hora de fechar e não estava lá ninguém, só muitas lascas a manter o aroma característico. 

sexta-feira, maio 16, 2014

Staring at Jacob

Mais comida, mais sítios de brunch J
Se formos mais tarde, sem ser às 11h ou 12h de Domingo, já se arranja mesa com mais facilidade no Staring at Jacob. Mesmo assim, há sempre muito movimento e o serviço demora... mas todos honestamente simpáticos e descontraídos (equipa hipsters).
Omolete da casa e Benny Hill
The all-around, Tree Hugger e um bolo de cenoura, que foi a único a impressionar pouco. Tudo o resto estava bom, enche os olhos e agrada ao estômago, acompanhado de boas bebidas (chocolate quente preto ou branco, mimosas...) e muita variedade para descobrir numa próxima visita.

quarta-feira, maio 14, 2014

Drover’s Dog

Mais uma sugestão para brunch, Drover's Dog, com sotaque Australiano.
Comida deliciosa, serviço simpático mas por vezes demorado.
Ovos, cogumelos, salsichas, bacon, fritata de milho, molho holandaise, espinafres, salmão, hamburger com batatas óptimas, molho chili doce, sumos naturais...
Tinha várias opções para sobremesa mas fica para a próxima, o high tea também parecia catita.

Ainda provámos um lamington, sem creme ou direito a foto, simples e bom!

segunda-feira, maio 12, 2014

Vlaamsch Broodhuys

Na Vlaamsch Broodhuys, “casa do pão flamengo” (tradução livre) há muitas variedades de pão, sandes, bolos, bolachas, compotas, para comer lá e para levar para casa, uma padaria com extras.

Há várias pela cidade e país, espaços agradáveis para lanchar. Na dúvida, há a opção fácil do mix de pão e acompanhamentos, para fazer as combinações preferidas e provar um bocadinho de tudo. Pão fresco e crocante é sempre bem vindo! 
Boa qualidade, mas o serviço Holandês do costume, demora... e sem muitos sorrisos ou vontade. Fica pior aos fds quando está cheio... É uma opção simples sem surpresas no menu, o costume por aqui.

quinta-feira, maio 08, 2014

Edi – Comida

Não podia faltar o post sobre a comida, ora essa!
Sábado foi dia de feijoada, do quiosque brasileiro, um sucesso que esgota rapidamente o stock, há que ir cedo.
O bolo chaminé do sr Húngaro era muito bom, mas depois a gulodice foi maior e faltou a foto mais em pormenor. Encontra-se aqui, provei o de côco.
Fudge e tablet, cuja diferença é a textura e dureza, diz o wikipedia. De resto muuuuiito açúcar!
As bolachas de manteiga, shortbread, por exemplo Walkers, que só encontrei nas lojas de souvenirs, coisa estranha. Preferia comprar no supermercado, mas nestas lojas havia muitas variedades e caixas de lata muito giras para guardar.
Haggis! Prato nacional, entranhas de memé condimentado com cebola, aveia, pimentas, caldo... servido com "neeps and tatties", nabo e batata. Gostei! Tem um sabor forte mas é saboroso e o acompanhamento alivia o sabor. Não alivia o peso que fica na barriga depois... também presente num hamburger poderoso...
E Scottish pies, que comprámos no mercado um mix. Carne de borrego, de vaca, de porco, vegetais... vão muito bem com sopa e salada, belo jantar (semi-)caseiro!
É claro que há sempre fish & chips em todo o lado mas isso come-se noutras zonas de UK, não é especial aqui.

Obrigada D. pelo acolhimento e companhia. Volto para explorar o resto ;)

quarta-feira, maio 07, 2014

Edi – National Gallery

Visitei a Scottish National Gallery e a Scottish National Portrait Gallery, faltou a Scottish National Gallery of Modern Art, era mais longe.
Ambas de entrada gratuita, exposições variadas, um acaso de concerto ao vivo de violino e violencelo, muito bonito.
Os senhores importantes a representar os seus clans nos seus tartans. Mary a rainha dos escoceses. O casamento de Catarina de Bragança com Carlos II. A Catarina, devem o hábito de beber chá e comer com talheres. De nada!
Depois do momento cultural, um descanso num belo fim de tarde (e de visita) com sol nos jardins. Tive muita sorte com o tempo!

terça-feira, maio 06, 2014

Edi – Mary Kings Close

Sugestão dos housemates do D., fui visitar o Mary Kings Close.
Ao longo dos anos, a cidade cresceu e a construção teve de encontrar lugar para novos habitantes. Neste caso, foi por cima de ruelas já existentes, onde gente, maioritariamente pobre, vivia. Este “close” foi mantido em parte na sua construção original e pode-se visitar com guia. Escuro, íngreme, não muito arejado, mas cheio de histórias curiosas, incluindo desgraças, fantasmas e espíritos. Não se podem tirar fotografias, mas a falta de luz também não ia dar grandes resultados.
Muitas pessoas, família ou não, a viver em espaços exíguos, o famoso grito de “gardy-loo!” antes que se deite o balde das necessidades para o meio da rua (inclinada, que ia dar ao belo do rio, que hoje é um jardim viçoso)... mas só 2x por dia, a transbordar de conteúdo, e tarefa destinada ao elemento mais novo da família, que bom. Depois na altura da peste, morreram muitos, tanto da bubónica como da negra, as bandeiras brancas na janela. Animais e pessoas, comércio, tudo junto, apertadinho e sem arejamento.

O site explica o que é um “close” e o seu nome. E depois reparei que há muitos “closes” pela rua, com outros nomes, passagens para outras zonas da cidade, menos turísticas, mas abertas a quem queira passar.

segunda-feira, maio 05, 2014

Edi – Jardim Botânico

Uma caminhada grande leva-nos ao jardim botânico, ao lado do parque Inverleith, onde se joga rugby e cricket.
A entrada é gratuita, só se pagam as estufas (que sendo assim não vimos, mas também era falta de tempo). O jardim é enorme, mas felizmente havia muitos bancos para sentar e descansar. Muitas espécies de plantas de todo o mundo, árvores, arbustos, flores... Esquilos enormes.
Foi difícil encontrar o jardim chinês, que não estava no seu esplendor, mas ainda assim bonito. Dava para mais horas de visita mas as pernas já não aguentavam mais e pediam autocarro de regresso ao centro, quando finalmente se encontrou um!

sexta-feira, maio 02, 2014

Edi – Casa Georgiana

O período entre 1714 e 1837 é conhecido como a era Georgiana, dos Georges.
Pode-se visitar uma casa desta altura, séc XVIII, na praça Charlotte. Infelizmente não se podia tirar fotografias lá dentro...
Escapou uma com um traje de época...
Começamos com um vídeo a ilustrar uma família que lá viveu, com os empregados, as ceias sumptuosas, as meninas a estudar e bordar à espera de conhecer cavalheiros...
Em cada sala há voluntários a explicar o conteúdo, pessoas de idade que impõem respeito, que gostam de conversar e ajudam a descobrir pequenos pormenores da decoração. Há guias com explicação de onde vieram as tapeçarias, para que serviam certos objectos, quem está nos quadros, materiais, etc.
É muito interessante e vale a pena a visita, conversar com as senhoras, apreciar com calma o que vemos e entender como se vivia noutros tempos.

Numa próxima oportunidade, um passeio pela borda da água de Leith para digerir o almoço. Mas ainda fomos a tempo de ver o mercado de Stockbridge, sem querer, mas que nos deu jantar.

quinta-feira, maio 01, 2014

Edi – Castelo

Visita obrigatória, o castelo. A entrada não é barata, 16 libras (quase 20eur), mas dá para umas 2h de visita. Tem folheto em Português, com mapa. Muitos sítios para sentar e apreciar a vista e os edifícios.
Portões, escadarias, canhões, museu da guerra, casa do governador, capelas, torres, palácio real, memoriais, prisão... Estratégias de defesa, armas, fardas, medalhas... Portugal aparece mencionado nas batalhas de Torres Vedras. E talvez em mais outros pormenores, mas não li todas as legendas de todos os objectos expostos, seriam umas 2h a mais de leitura!
E tem as jóias da coroa Escocesa, ceptro... guardados dentro do vidro e sem hipótese de fotografar. Muito bonita e rica. A rainha Elizabeth já usou a coroa em diversas ocasiões, há muitas fotografias. Vale a pena visitar com calma.

quarta-feira, abril 30, 2014

Edi – Princes e Scott

A Princes Street tem muitas lojas e é agradável de percorrer. Atrás, a Rose Street também tem outras lojas e sítios para descobrir na área das gulodices culinárias.
Na zona dos jardins está o monumento a Sir Walter Scott, que também dá para subir mas fica marcado para a próxima visita.

E o castelo lá em cima e o sr de kilt de tartan a tocar gaita de foles... giro até o pensamento se centrar no som de fundo “oohhhhhhhhhhhnnnnnnnnnn” e depois começa a ser desconcertante. Se o sr tinha roupa interior ou não, não interrompi o número para lhe perguntar...

terça-feira, abril 29, 2014

Edi – Calton Hill

A subida até Calton Hill não é difícil e podemos descansar lá em cima a apreciar as vistas da cidade, incluindo a parte Norte, porto de Leith, e Arthur’s Seat.
Há um canhão Português, o observatório, o monumento a Nelson, o monumento nacional (como o Parthenon de Atenas mas inacabado por falta de financiamento). Não é nada fácil de subir, nem é suposto, mas se os outros turistas lá estão, eu também quero! 
Lá em baixo é o palácio de Holyroodhouse, onde a família real fica hospedada se vier à cidade. Não estavam, não fomos tomar um chá. Deve ser giro de visitar.
O parlamento fica logo ao lado.

sexta-feira, abril 25, 2014

Edi – Royal Mile

O Royal Mile é o centro da parte velha da cidade, muitos monumentos, lojas de souvenirs, cafés…
A catedral de StGiles fica a meio da High Street, séc XIV.
Mais acima a caminho do castelo, está o The Hub, sede do Festival Internacional de Edi, quando a cidade é invadida por centenas de turistas e há muita animação para todos os gostos.

quinta-feira, abril 24, 2014

Edi – Mix

Numa cidade antiga, há muitas oportunidades de fotografias, e depois nem sempre consigo identificar os edifícios…
Biblioteca nacional, hotel Balmoral (onde J. K. Rowling acabou de escrever a série de livros do Harry Potter, Deathly Hallows), igreja Tron.
O Bobby era um cão tão fiel ao seu dono que ficou conhecido por ter ficado de guarda no túmulo do dono durante 14 anos até à própria morte. Tem direito a estátua e muitos livros com a sua história.
Sei que fiz provas de whisky na Irlanda, não tenho a certeza se o fiz por cá, mas no Scotch Experience será uma hipótese.

Scottish Bank e monumento Melville na praça de St André.

quarta-feira, abril 23, 2014

Edi – Old College

A cidade tem muitos estudantes, a Universidade de Edimburgo tem mais de 20 faculdades. Visitei o edifício Old College, onde tem a parte de Direito.
O pátio interior é um refúgio dos estudantes, espaço de relva para degustar o sol, cadeiras de jardim para almoçar, estudar…

Na biblioteca antiga organizam-se eventos, jantares, pequenas conferências. 

terça-feira, abril 22, 2014

Edi – Museu nacional e Dolly

Passagem rápida pelos meadows, campos enormes de relva para jogar, correr, ler.
Visita relâmpago ao museu nacional, entrada gratuita. Passagem a correr por alguns corredores e paragem na Dolly, a 1° ovelha clonada e agora embalsamada.
O terraço tem uma vista fantástica pela cidade, ainda que nublada. Num dia de céu azul será um óptimo sítio para descansar e ler um livro, apanhar banhos de sol.

O museu parecia muito interessante mas depois acabei por não voltar e explorar, fica para a próxima.

segunda-feira, abril 21, 2014

Edi – Chegar

Edimburgo é um excelente destino de fim de semana. Voo directo da Easyjet com horário jeitoso e preço muito simpático.
Do aeroporto para a cidade, apanha-se o autocarro Airlink 100 na paragem 19. Bilhete de i/v são 7 libras, sendo que o regresso pode ser noutro dia qualquer. Uma viagem são 4 libras, portanto poupam-se 1.2eur (aprox). Em 30min chega-se ao centro da cidade, atrás da estação Waverley. (A estadia foi da cortesia do D que me cedeu o seu quarto)
A questão das libras é estranha, são “pound sterling”, mas emitidas pelo banco Escocês, com aspecto muito diferente das “Inglesas”. Supostamente aceites em todo o Reino Unido, acabei por gastá-las para não ter problemas numa próxima visita a outra cidade fora da Escócia. Não é difícil gastar, umas compras, livros, souvenirs, comida, etc…
Já lá tinha stado há uns… 20 anos… mas não me lembrava de nada.

Em breve (18 Setembro) vão a votos para opinar sobre a independência… 

quinta-feira, abril 17, 2014

Lavinia

Ao passar pela Kerkstraat a pé fiquei com curiosidade de experimentar o Lavinia. Fotos cheias de bom aspecto na net, críticas positivas, promessa de boa comida.
Decoração engraçada e descontraída, uma cadeira de cada “nação”, livros, também se vendem compotas, chás e utensílios de madeira.

Num sábado à tarde, notava-se que a hora do almoço devia ter corrido bem, havia menos oferta nos bolos e saladas. Mesmo assim, não desiludiu: pão de espelta com pasta de amêndoa e banana, sumo vermelho com beterraba, gengibre e outros. Sopa de lentilhas, legumes variados em prato vegetariano. Cheesecake vegan... com leite de soja e frutos do bosque. Tudo muito saudável e leve, ambiente jovem e simpático. 

terça-feira, abril 15, 2014

Moinho de Sloten

Holanda... canais, túlipas, socas...moinhos!
O moinho deSloten pode ser visitado diariamente. Dá para ir de transportes públicos, demora cerca de 35min desde o centro da cidade.
Visita-se o moinho e o museu de tanoaria, onde se aprende mais sobre a arte de fazer barris e o que armazenavam antigamente. Tens explicações em Português!
Depois temos visita guiada até ao cimo do moinho, feita por voluntários. O sr era muito simpático mas parecia saído de um filme de desenhos animados...
Maquete de uma Holanda antiga a explicar para que serviam os cerca de 1200 moinhos espalhados por todo o país. Muita água para bombear para canais e diques!
Este moinho ainda funciona quando é necessário nivelar a água, que tem uma diferença de altura de cerca de 2m entre espaços vizinhos. É um conceito estranho mas podemos comprovar do alto do moinho.
Vários mapas, cartas, mostram os diferentes desníveis da cidade, em algumas partes -5m, noutras -2... água em todo o lado, muito bem controladinha!
As pás/velas do moinho rodam e podemos ver a velocidade das rodas dentadas cá em baixo. Antigamente era tudo feito em madeira, agora tem um pilar de metal.
Dependendo do vento, o moinho roda para se adaptar, podendo então aproveitar a direção e força do vento da melhor maneira possível.
No piso intermédio há sala para casamentos (pequena, mas para Holandeses é suficiente) e no topo temos mais objectos e maquetes deste moinho.
O sua função não era só para bombear água, era uma verdadeira fábrica; cortavam-se troncos de madeira, fazia-se óleo para pintar, moiam-se cereais...
Rembrandt era filho de um moleiro, podemos ver um pequeno vídeo sobre a sua vida, ilustrada por figuras que representam alguns momentos importantes.

Foi muito interessante e superou expectativas, vale a pena a visita!

quarta-feira, abril 09, 2014

Brasserie Conservatorium

O hotel Conservatorium revitalizou um edifício lindíssimo no coração da praça dos museus.
Decoração moderna, hotel de design, lojas de luxo.
Visita à brasserie, num pátio interior com telhado de vidro transparente, cheio de luz do dia.
Serviço profissional e simpático, influenciadas pelas mesas vizinhas, partilhámos o fish & chips. Estaladiço no ponto, peixe fresco e saboroso, muito bom. E depois um prato de queijos, todos óptimos e deliciosos, acompanhados de pão de passas crocante.

Já ouvi falar dos cocktails e especialidade de gin tónico, mas não saem baratos. Nada sai barato neste hotel mas gostei de experimentar J

quinta-feira, abril 03, 2014

Arco da Rua Augusta

Desde que soube que arcoda Rua Augusta tinha aberto ao público que fiquei cheia de vontade de visitar. Num belo dia de sol, Lisboa fica linda.
A subida ao miradouro é primeiro de elevador e depois de 2 lanços de escadas, em caracol, fica-se tonto. No 1° patamar tem informação sobre a história do arco e o mecanismo do relógio, cheio de rodas dentadas. A vista é muito bonita, o Tejo, a praça do Comércio agora com esplanadas...
... o Castelo, a Baixa e até as torres do Técnico. O sino toca às horas certas e quartos. Eram 17h quando deu sinal de vida. Vale a pena a visita, são só 2.5eur!

quarta-feira, abril 02, 2014

Restaurante De Apotheek

Já há muito tempo que não ia ao Restaurant Week e tinha curiosidade no restaurante do hotel Pulitzer, se bem que há o 238 e o da “farmácia” (que aqui funcionava no antigamente). A cozinha é a mesma mas os menus variam.
2 opções para entrada e prato principal, opção de 2° prato e queijos, uma sobremesa.
A sopa de ervilhas com tártaro de camarão era pouco cremosa, estava pouco quente e um bocadinho salgada. Dei a opinião à senhora que nos servia, simpática e muito profissional.
O salmonete era bom mas tinha espinhas. Não é que eu não as saiba tirar, mas não é suposto ser servido assim. O puré era bom, mas também achámos salgado. Para não abusar, não comentei, mas a mesa do lado fê-lo. Não éramos só nós a ter essa opinião...
Decidimos partilhar prato de queijos, a ver o que seria. Com pão de figo e compota de figo, fazia a diferença provar só o queijo e depois com os acompanhamentos, eram bons.
De sobremesa pudim de pão com molho de chocolate preto, que vinha em forma de “raspado” no prato, pena ser pouco!
Estava tudo ok mas nada de alucinante. Os vinhos são biodinâmicos e tinha boa oferta, sempre com opção de acompanhar cada prato com um copo diferente, mas requer prática (de conseguir beber tantos copos e não sair às curvas) e afecta a carteira.

Na sala do lado tem o quadro cómico de uma ceia a parecer pintura clássica mas cheia de pormenores modernos. As orelhas de Mickey, o graffiti, a língua de fora, os ténis “All stars”, hamburgers, cervejas, fuma-se erva... é giro de observar.

terça-feira, abril 01, 2014

Westerkerk

Já tinha visitado a torre (post aqui e aqui) e adorei, mas nunca tinha visitado o interior da Westerkerk, igreja “do Oeste”, Protestante.

Decoração simples, órgão enorme, bonita. Aqui está enterrado o pintor Rembrandt e foi onde a ex-Rainha Beatrix casou com o príncipe Claus. 

quinta-feira, março 27, 2014

Put!ces

Mas que raio deu na cabeça dos senhores criativos para incluirem na coleção actual (da loja Coolcat) estas camisolas? Sabem o que significa? É giro??

E há um café a relembrar o tema, à volta da igreja velha, onde há janelas/ montras com senhoras (grandes) à espera de negócio...

quarta-feira, março 26, 2014

Restaurante Sea Palace

O enorme barco chinês está atracado perto da biblioteca e estação central. Mas por ser tão típico, achei durante anos que o Sea Palace era mau, para turistas. Até que um dia fui com colegas, sugestão de um Chinês. E é bom, está cheio de Chineses, prova de autenticidade. Vale a pena!
O menu de dim sum é extenso e diferente do Oriental City. Preços semelhantes, atendimento geralmente rápido, só atrasa quando perdem o papel...

A comida vem e é logo “atacada”, as fotos não são espectaculares, é melhor ir lá e provar J

terça-feira, março 25, 2014

Museu Singer – Laren

Onde? Laren fica perto de Hilversum, faz parte das cidades “posh” da zona. Sem estação de comboio, os ricos passeiam-se nos carros caríssimos, as lojas têm bom aspecto e os restaurantes são bons.
Uma exposição de pintura interessante no museu Singer, embora pequena e com pouco de Mondriaan.
Não estando em Amesterdão ou numa cidade para turistas estrangeiros, nota-se a diferença nas legendas dos quadros. Não há tradução para Inglês... pergunta-se algum detalhe mais curioso, tenta-te perceber alguma coisa, dá para safar. As cores pastel das paredes eram giras J
Olá sr Rodin Pensador! E os Rolling Stones! 

O cartão dos museus é válido. Até 18 de Maio.