quarta-feira, julho 16, 2008

Risotto e mousse

Depois do Pedro se ir embora, fui ter a casa do B. A R tinha comido ha’ pouco tempo um risotto com cogumelos, espinafres e queijo gorgonzola e nos ficamos cheios de inveja. Vai-se ‘a net e descobre-se uma receita... Passa-se no Albert Heijn e compram-se os ingredientes.
Demora um tempao a cozer o arroz na frigideira, a mexer sempre e a juntar um caldo com vinho e caldo knorr e outros temperos. Mas o resultado... e’ muito muito bom!

A C coordenava a receita, eu e a R mexiamos. O B fez sumo de maracuja’ da Madeira, que o P tinha trazido.
E para sobremesa, como se nao estivessemos ja’ suficientemente compostos, a deliciosa mousse de abacate com limao, fresquinha e macia, com um cheirinho de canela...

Petiscos destes entre amigos e’ do melhor que ha’!

terça-feira, julho 15, 2008

Visita do Pedro

Depois da ordem temporal contraria na publicacao de posts, regresso ao presente.
Mas neste caso ja’ foi no fds de 4-6 Julho.
O voo do Pedro saiu atrasado de Lisboa, quando chegou a Amesterdao ja’ tinham acabado os trams e tivemos de fazer o percurso a pe’ ate’ casa.
Consegues andar de bike? E' daquelas coisas que nao se esquece...

Sabado de manha passamos no mercado da Kinker para as compras semanais mas a maquina dos poffertjes estava avariada... Depois passamos no Traiteur Chef e estava fechado para ferias... Pegamos nas bikes para ir tomar cafe’ ao Vondel e a esplanada do museu do filme estava fechada.... Tentei o bar azul e a esplanada superior tambem estava fechada... Mas la’ ficamos no r/c e deu para apanhar um bocadinho de sol e ler um bocadinho. Almocamos na esplanada da Puccini, aquelas sandes maravilhosas... mas comecou a chuviscar. Passamos no red light e apanhamos o comboio para Haarlem. O raio da chuva ja’ nao parava mas ainda deu para algumas compras.

De regresso ‘a cidade passamos nos licores, jantamos no Wagamama com a R, B e C, e picamos o ponto do Waffle com chocolate na Australian. E depois uma sessao de Pictionary em que todos dizem que nao sabem desenhar, mas depois mais parece que a dificuldade e’ em acertar, porque os desenhos sao obvios! Ou nao... depende da perspectiva!

No Domingo passeamos de bike pela cidade, por entre canais. Compramos queijos e passamos na feira de arte em Rembrant plein. Uma incursao aos saldos e brunch no Palladium onde ha’ um sr que so’ opera na maquina dos cafes, o chamado barista! Na passagem pelo La Place trouxemos um apple crumble inteiro, que na realidade e’ tamanho medio. Mas e’ delicioso... E o voo atrasou outra vez, ai TAP!
Obg pelas prendinhas!

segunda-feira, julho 14, 2008

Polonia – Comercio com cheirinho a PT

Giro ver o Millennium (BCP) longe de casa. Todo o design e’ igual, as cores, a apresentacao, os cartazes, reconhecem-se as cores familiares da publicidade.

Ha’ anos que ouvia falar no Biedronka, presenca portuguesa (grupo Jeronimo Martins) no comercio... “de Leste”.

Era mesmo em frente ao hotel, por isso fui la’ antes do pequeno almoco, o supermercado abria as 7h... e’ tipo Lidl, pouco bonito, muito barato.

E ja’ sei como se diz “joaninha” em mais uma lingua...

sexta-feira, julho 11, 2008

Polonia – aspecto de "Leste"

O que dizer... Nao tinhamos muito tempo para descobrir a cidade, mas tambem nao pareceu ter muito que visitar. Nao havia postais nem imans, para minha infelicidade. Mas isso tambem significava que o turismo nao seria um forte, porque de facto nao era muito bonito.

Ate' fazia lembrar Amsterdao... logo ao lado ja' era tudo feio...


Um teatro


Vista do hotel


Edificios pouco conservados e feios, cheios de antenas parabolicas. Os meus colegas chamavam-lhes “arquitectura russa”, “guerra fria”, “de Leste”.


Vista do hotel. Paragem de transportes do lado esquerdo. Estadio fechado sem AC, que enche nos jogos principais, ao centro. Nao era com futebol que enchia, mas ja' nao sei se era hoquei ou volei...

Ainda assim acho que consegui tirar algumas fotos agradaveis...

Vista da entrada lateral da estacao central de Warsaw.

quinta-feira, julho 10, 2008

Polonia – Transportes

Na 2ª viagem de trabalho fomos ter reunioes na Polonia, em Katowice.
O voo foi para Warsaw, mas tinhamos comboio reservado para Katowice e o tempo intermedio so’ deu para ver a capital a partir de 2 viagens de taxi :(
O aviao da ida era o Vasco da Gama, vivam as Descobertas!

As viagens de comboio duraram 3h cada, iamos em 1ª classe, com mais conforto e passava uma senhora a oferecer bebidas, mas nada de “luxo”.

As estacoes eram estranhas, pouco modernas e “de Leste”.

Nas ruas da cidade, os electricos eram velhissimos e os buses nao eram muito mais modernos, apesar de existirem alguns exemplares a fugir ‘a regra.

Ainda ha’ muito por onde evoluir por estas bandas...
Partida de warsaw, algures pela alemanha, chegada a amsterdam.

quarta-feira, julho 09, 2008

Ferias e’ que e’ bom


(Esplanada na Foz, Porto)

Foram as 1as ferias do ano e foram muito boas. Quase nao parei em casa, fiz mil e uma coisas, estive com muitos e bons amigos, conheci novos lugares e novas pessoas. Esteve calor como o raio e soube bem andar de saia e calcoes, de chinelos ou descalca, sem casaco nem echarpe.
Senti uma alegria imensa quando fui pela 1ª vez ‘a praia. O pisar da areia a escaldar, a agua fria do mar, o som das ondas, o cheirinho a praia, o mergulho refrescante...
Fiz umas boas centenas de quilometros, Lisboa, Costa da Caparica, Estremoz, Sousel, Areia Branca, Porto, Baleal... O preco dos combustiveis esta’ ridiculo, o gasoleo praticamente igual ‘a gasolina e nota-se muito quando se tem de encher o deposito quase 3 vezes numa semana...
Andar por Lisboa de ferias tambem foi bom, o som do metro, as lojas no Chiado e Bairro Alto, os turistas desorientados, o Monumental que ja’ nao significa local de trabalho e continua cheio de “fatos”, o comboio da ponte com a magnifica vista sobre o Tejo e as 2 margens...
Ir ‘as compras com a mae, aos medicos de rotina, comer um gelado na Pintado, visitar amigos, familia e gastar a bateria do tmn num dia de tantos telefonemas e mensagens.
Sair ‘a noite e visitar o Cubo, com as gentes e a musica ao estilo K, numa temperatura tao amena que tambem dispensava o casaco.
Viva o Verao!
O que me custou ter de calcar sapatos depois de uma semana a andar livremente...

terça-feira, julho 08, 2008

Casamento Ana e Vitor

Tinha chegado a PT na vespera, foi dormir e arrancar para o Alentejo, com os seus excelentes 38 graus, e eu estava sedenta de calor de Verao. Antes da cerimonia, descobrimos um restaurante em Sousel que nos serviu um almoco daqueles ‘a portuguesa. Boa comida, imensa quantidade e baixo preco... o queijinho da terra, a saladinha de grao, os cogumelos bem temperados...
Foi muito bom rever os amigos da faculdade, alguns tambem fora de Portugal, outros nao puderam aparecer (miss Diana ficou nos States e o Barbosa nao pode largar a Franca).
A igreja em Estremoz era pequenina mas muito bonita, acolhedora.
O noivo antes da cerimonia.

A noiva nao atrasou muito, o padre era todo bem disposto, houve salva de palmas e ate’ cantamos os parabens aos noivos!
O copo de agua foi na pousada de Portugal em Sousel, onde a maioria ficou hospedada.

Sessao de fotos intercaladas com Kir Royal, paparoca alentejana, doces alentejanos.

O bolo era simples e muito giro, de chocolate, com morangos a decorar e um aviao com os noivos. Que foi a recordacao oferecida aos convidados, amoroso!
Na hora do bouquet, que era pesado, sugeri fazer antes a “roda”, que “aprendi” no casamento da Isabel&Ricardo. Coloca-se (por exemplo) uma gravata (do Mike) nos olhos da noiva, ela segura o bouquet e da’ as voltas que quiser no meio de uma imensa roda, naturalmente constituida pelas solteiras, de mao dada, que vao dancando e trocando o sentido da volta consoante a vontade de (nao) receber o bouquet! Calhou bem, e’ bem possivel que a Isadora seja a proxima noiva!

Assistimos ao nascer da lua, um espectaculo digno das melhores fotos mas nao havia maquina e pericia que valesse. Muito bonito, no meio da escuridao alentejana, a lua iluminada a aparecer no cimo do monte e rapidamente a distanciar-se no meu do ceu estrelado. Lindo!
No dia seguinte, ou melhor, umas horas depois, a malta foi-se reunindo na piscina. E que belo tempo estava, sol, ceu limpo, mergulhos frescos!

E o silencio retemperador da paisagem alentejana.

E depois reunimos novamente para um almoco alentejano em Estremoz, onde uma dose de gaspacho dava para 4, o queijinho e as azeitonas eram dos bons, ensopado e borrego no forno, e sei la’ mais o que...
Vivam os noivos! Felicidades!

segunda-feira, julho 07, 2008

Bibo’ S. Joao no Porto!

Na margem Sul, Almada e Costa da Caparica, festeja-se o S. Joao. E’ feriado e ha’ marchas na noite anterior. Em Lisboa e’ o S. Antonio e fui por 2x andar quilometros por esses bairros fora da capital.
Este ano o calendario dava para estrear o S. Joao no Porto, que eu associava a martelinhos.

Depois de passar na Areia Branca, eu, o Kiko, a T e o J passamos pela Mealhada-Bairrada para comer porquinho. Nao que eu seja fa, de todo, mas nem a T geralmente come carne e ambas experimentamos. Eu continuo a preferir outras ementas, e gostei muito do bacalhau ‘a Ze’ do Pipo que comi e do vinho da casa com picos. Mas eles adoraram o porquinho com as batatas estaladicas e o molho carregado de pimenta.
Chegados ao “Porto” (Gaia, Canidelo), assentamos na casa do HS, que simpaticamente disponibilizou a acomodacao (gira e acolhedora), mesmo estando na Holanda. Obg H!
Depois de o P chegar de comboio, comecamos a aventura de tentar chegar ao Porto. Pela internet arranjam-se os nros dos taxis, mas cade’ taxis disponiveis? “Nao ha’, tente daqui a 5mins”. Ah boa... e’ que ainda era um bocado longe para ir a pe’... La’ conseguimos, depois de uma caminhada ate’ ao hiper, um taxista simpatico que nos levou aos 5, debaixo de uma “orvalhada” como ele lhe chamou. Foi a parte chata, choviscava, fazia nevoeiro. E eu com roupa de verao porque em Lisboa estava sol e calor.

No TNSJ encontramos a M e mais uns amigos. Nao descansei enquanto nao arranjei um martelo e um alho porro, que percebi ser uma arma muito eficaz para abrir caminho por entre a multidao. E’ que aquilo cheira mal e as pessoas fogem e assustam-se quando o veem a pouca distancia.

Nas Fontainhas houve caldo verde com broa, sardinhas assadas (comi 11, e’ assim tanto??), com batata cozida, salada de pimentos e super bocks a acompanhar. No Norte nem pensar haver Sagres...

O fogo (de artificio) da meia-noite foi prejudicado pelo tempo desagradavel e, a longa distancia, nao dava para ver bem, pena.

Tambem se avistavam baloes de S. Joao que eram “acendidos” e subiam pelo ceu fora. Nao sei bem o significado, fazia efeito visual, e’ giro.

Havia todos aqueles ingredientes de festa “popular”: as rifas apregoadas incansavelmente por uma sra ao microfone, o algodao doce, os matraquilhos, as bifanas em paneloes cheios de molho, os manjericos pipocas, os cds e dvds pirata, vendas de banca com sapatos, roupa e “utensilios do lar”, paes doces, bailarico, martelos, sardinhas, imperiais...

Ouvi que no S. Antonio em Lisboa nao deixaram ter garrafas na rua, serviam no copo. Tem toda a razao de ser, mas tambem nao era aconselhavel a malta andar de havaianas ou sandalias... A T cortou-se numa garrafa, o J ia desmaiando com a imagem sanguinaria. Tudo se resolveu com 4 pontinhos no hospital, mas perdemos 2 preciosos compinchas para o resto da noite.

Descemos umas escadas, bem ao estilo da cidade, com aquelas vistas sobre o Douro e VNdG.
E andamos qb ate’ chegar a Miragaia, onde estava um mar de gente. A interaccao e’ muito gira, mais descontraida que em Lisboa, “martela-se” toda a gente e mantem-se a boa disposicao. Depois ainda mais um bocadinho no Radio Bar e ja’ amanhecia...

Dizem os veteranos nestas andancas que era suposto termos ido ate’ ‘a Foz, mas bolas, eu ja’ nao sentia as pernas, estava cheia de fome e nem pensar em after hours!
E arranjar taxi de volta... ui... apanhamos 2 e conseguimos chegar a casa. Com menos martelos que no inicio da noite, os pes pretos, a roupa toda suja... mas com a sensacao de noite divertida e bem passada!
Para o ano, se puder, estou la’!

sexta-feira, julho 04, 2008

5 months... and counting

Faz hoje 5 meses que comecei a trabalhar em Amesterdao. E gosto!
Felizmente ainda nao tenho rotina, ainda ha’ muito para conhecer e descobrir, aprender e concretizar.
Na semana passada, na revista de bordo da TAP, a Cristina Branco (repetente por diversas vezes no concertgebouw) falava dos seus sitios preferidos na cidade. Nao conheco nenhum dos locais que menciona... mas ja’ adicionei ‘a lista!
Em cada passeio de bicicleta vejo sitios giros para fotografar, edificios, cenarios, pessoas, situacoes. A cidade e’ muito grande e rica em pormenores.
(Mafi, enganei-me, pensava que ja' eram 6 meses :P)

quinta-feira, julho 03, 2008

Aspirante a amazona


Sempre gostei de cavalos e pude concretizar mais uns momentos com a “Seta”, sob a supervisao da mestra M.
Primeiro com volteio e depois no picadeiro, a passo, trote e galope, que cansa como o raio, principalmente se nao se esta’ habituada a posicionar o corpo como deve ser. Mas e’ maravilhoso!

Ate’ passei (nao se pode dizer que tenha saltado...) por umas mini barras no minimo da altura. Talvez para a proxima levante mais um bocadinho, a Seta porta-se bem e nao me deixa cair.

De repente parou e eu achava que nao tinha feito nada de mal... era a chamada da natureza, e que chamada!

Obrigada M pela 2ª aula e pela reportagem audiovisual!

quarta-feira, julho 02, 2008

Praia da Areia Branca


Pertinho da Lourinha e da famosissima Marteleira, fica a praia da Areia Branca. Ate' a Super Bock a conhece :)
A paisagem da zona Oeste esta’ la’ bem representada, praia simpatica, casas de ferias a convidar ao descanso.
Neste caso, o bar de suporte e’ a acolhedora Barraca, e com uma cunha do J. se arranjam os toldos de pano para proteger do sol.

O mar estava pouco simpatico e os nadadores salvadores nao nos deixavam nem por o pe’ fora da zona de controlo. A temperatura da agua nao estava assim tao fria como previsto, soube bem o ultimo mergulho!

So’ faltou o J. ter trazido figos da arvore do vizinho e eu ter comprado “Areias Brancas” para levar para casa, apesar de as ter conseguido provar.
No caminho para o Baleal, a estrada oferece vistas fantasticas, da’ vontade de explorar mais a zona Oeste!

E um dia hei-de conhecer as Berlengas!