Um espaço bonito
para passear. Termina com um labirinto a percorrer um mercado local, artesanato
e muita solicitação à compra, mas nota-se pobreza de quem vende, ajuda-se um
bocadinho o comércio local. O cansaço tem pouca paciência para regatear preços…
Dissertações sobre tudo e sobre nada, porque sim e porque não, a favor da liberdade de expressão.
sexta-feira, dezembro 12, 2014
Bali – Tampak Siring
Depois dos banhos
quentes, visitámos o templo de Tampak Siring, Holy Spring Water. Alguns locais
e turistas «purificavam-se« nas águas, até com cerimónias especiais.
Numa área grande,
muitas figuras, árvores e locais com significado sagrado, pelas fitas com
quadrados ou douradas à volta. Peixes enormes nos lagos.
Muitas flores
coloridas, frutos e vegetação tropical, floresta e montanha.
quinta-feira, dezembro 11, 2014
Bali – Hot Springs
Depois de muito
andar de carro, soube bem relaxar nas Hot Springs do monte Batur.
A informação que
encontrámos no TripAdvisor estava correcta, cerca de 10eur, toalha limpa,
agradável e uma boa experiência, mas claramente a precisar de melhorias nos
balneários…
3 piscinas com
águas muito quentes, por vezes sem pé, com espaço para boiar e conversar com
uma bela vista do lago Batur.
Poucos turistas,
poucos locais, é um local pouco acessível e longe dos resorts.
Estão a construir
uma nova piscina, com escorrega e tudo! Gostámos!
quarta-feira, dezembro 10, 2014
Bali – Mount Batur
Mais uma taxa de
turistas ao chegar à zona do vulcão no cimo do monte Batur, semi-activo, com
1717m.
Notou-se na
estrada que estávamos a subir há muito tempo, ruas estreitas cheias de curvas.
Muitas bancas cheias de fruta, tive pena de não explorar mas não dava jeito
parar nem tínhamos falta de fruta no hotel.
Ao lado via-se o
monte Agung, mais alto de 3142m.
Dá sempre algum receio estar perto de um vulcão, misto com curiosidade de ver a cratera e até alguma actividade, mas que fosse assim só para turista ver e depois muita rapidez a sair dali em segurança...
segunda-feira, dezembro 08, 2014
Bali – Tegalalang
A caminho de
outro dia de tour, parámos em Tegalalang para apreciar o famoso terraço de cultivo de
arroz. Paga-se taxa na estrada para entrar na zona, turista não escapa. Uma
vista muito bonita.
Um côco para
beber e um bolo Balinês, +- um crepe a enrolar côco torrado, acabado de fazer,
quentinho e doce. Bom!
sexta-feira, dezembro 05, 2014
Bali – Uluwuatu
Chegámos ao
templo de Uluwatu um pouco antes do pôr do sol, onde centenas de turistas
assistiam a um espectáculo da dança local, Balinesa.
Cuidado, mais
macacos potencialmente pouco educados! Nas rochas, no templo, no parque, eram muitos.
Até bebem água pela garrafa!
O templo em si
não é muito bonito, não se consegue entrar ou chegar muito perto. Vale pela
vista dos 2 lados, as falésias enormes e um caminho de passeio junto à berma
para apreciar a vista.
Os macacos
apareciam da vegetação mas também andavam pelas rochas, bem íngremes, mas nada
que os incomodasse, nem com a presença ou fotos dos turistas.
quinta-feira, dezembro 04, 2014
Bali – GWK
Noutro dia de
visita parámos brevemente no parque cultural GWK – Garuda Wisnu Kencana.
A ideia é ter um
dos maiores e mais altos monumentos do mundo, mas não sei se o vão acabar. A
estátua gigante de Garuda Wisnu é feita em cobre e terá uma dimensão final de
126x64m...
Neste momento as
partes estão separadas, cabeça e garuda, mãos noutro lado. O parque tem partes
inacabadas, rocha cortada, muitas esculturas de animais… bonito mas talvez
melhor depois de acabado.
Se não for
acabado… fica assim-assim no total, não deixando de impressionar o que já está
feito.
quarta-feira, dezembro 03, 2014
Bali – mercado de Ubud
Já no fim do dia
e com alguns km nas pernas, ainda fomos ao mercado de Ubud comprar souvenirs.
Muitas bancas a fechar, preços altos prontos a ser regateados até uns 70% do
valor inicial, havia qualidade e variedade de artigos (depois de comparar com outros mercaditos que passámos).
Pena ter sido pouco tempo, mas o
cansaço requeria atenção e as recordações imateriais já valiam muito na
bagagem.
terça-feira, dezembro 02, 2014
Bali – Floresta de macacos
Em Ubud visitámos
a floresta dos macacos Balineses, cerca de 600!
Deixa-me cá catar os teus piolhos… e comê-los a seguir… :p
Templos, árvores gigantes, muita vegetação, um espaço agradável para passear, mas sem grande descontração, não fossem os nativos quererem estabelecer comunicação com os nossos pertences…
Muito avisados do
comportamento traquino dos macacos, tirámos brincos, óculos de sol, chapéus,
etc, que podiam ser alvo de curiosidade e "roubo". Mesmo assim, e apesar de
estarem de certeza habituados a resmas de turistas todos os dias, alguns
aproximavam-se, +- chateados e um até me fez uma "festa" pouco amigável na
perna, mas nada de grave.
Deixa-me cá catar os teus piolhos… e comê-los a seguir… :p
Templos, árvores gigantes, muita vegetação, um espaço agradável para passear, mas sem grande descontração, não fossem os nativos quererem estabelecer comunicação com os nossos pertences…
segunda-feira, dezembro 01, 2014
Bali – café Luwak
Durante o passeio
vimos muitos frutos, raízes e especiarias nas árvores e em plantas. Ananás,
banana, manga, canela, chocolate, café, beringelas, lemongrass, citronela, etc.

Parámos num sítio para explorar melhor grãos de café, pimentas, baunilha, cravinho…
Vimos os mamíferos "civetas" (?), que ingerem os grãos de café e fica com propriedades melhoradas depois de fermentados e defecados... e limpos, claro.
Provámos muitos chás e cafés locais, de graça: chá de gengibre, lemongrass, arroz vermelho, mangostão, hibiscus e açafrão, cada um com as suas propriedades para ajudar ao colesterol; cacau quente, café de baunilha, côco, de Bali, ginseng e Bali com cacau. E o especial luwak, mas esse era a pagar. Sem pressão, foi muito agradável também para descansar e deu para comprar uns chás para levar para a família.
O passeio termina com almoço no terraço da casa do sr Wayan, muito simpático, comida simples mas deliciosa, o típico Nasi goreng cozinhado pela mulher. Tour impecável!

Parámos num sítio para explorar melhor grãos de café, pimentas, baunilha, cravinho…
Vimos os mamíferos "civetas" (?), que ingerem os grãos de café e fica com propriedades melhoradas depois de fermentados e defecados... e limpos, claro.
Provámos muitos chás e cafés locais, de graça: chá de gengibre, lemongrass, arroz vermelho, mangostão, hibiscus e açafrão, cada um com as suas propriedades para ajudar ao colesterol; cacau quente, café de baunilha, côco, de Bali, ginseng e Bali com cacau. E o especial luwak, mas esse era a pagar. Sem pressão, foi muito agradável também para descansar e deu para comprar uns chás para levar para a família.
O passeio termina com almoço no terraço da casa do sr Wayan, muito simpático, comida simples mas deliciosa, o típico Nasi goreng cozinhado pela mulher. Tour impecável!
sexta-feira, novembro 28, 2014
Bali – Campos de arroz Ubud
Seguindo a nossa
tour, fomos caminhar pelos campos de arroz.
Altos e baixos, nem sempre fáceis, a requerer alguma destreza e equilíbrio,
aquele calor húmido de ensopar a roupa.
As ruas mais
rurais têm lojas assim, bancas com artigos pendurados, coisas simples. Sempre
muitas motas na rua, lambretas, sem capacetes, com 3 e 4 pessoas (adultos e
miúdos), ou com estudantes claramente menores de 16 mas a conduzir. E arroz no
chão a secar, com os carros a passar por cima…
Muita água num
sistema de irrigação dos campos muito engenhoso, que é alterado consoante a
época, descanso das partes em que o arroz já está no ponto de colheita.
Arroz na "espiga", campos secos ou a secar, vaquinhas simpáticas no meio do campo… muito
trabalho e muito grão para a família e para vender.
Campos sem fim,
em escada, paisagem muito bonita para passeio descontraído.quinta-feira, novembro 27, 2014
Bali – Compound
Numa visita guiada organizada, o Wayan levou-nos a visitar um compound, onde vivem famílias
em comunidade. À entrada, está descrito quantas pessoas lá vivem, homens e
mulheres. Templos, local de oração, de cozinhados, de escritório, de descanso.
O calendário muy complicado indica os melhores dias para cada actividade. Têm
inúmeras celebrações durante o ano, aniversários, casamentos, luas,
festividades locais da comunidade.
Tudo simples e
aberto, recebidos com simpatia, embora houvesse algum receio da nossa parte de
estarmos a invadir a privacidade alheia.
quarta-feira, novembro 26, 2014
Bali – Viagem e hotel
Bali, Indonésia!
Muitas magnólias, esquilos, uma rã… e claro, umas melgas para provar sangue turista.
As piscinas e lagoa eram para todos os gostos, enormes, de crianças, espaço suficiente para brincar e nadar.
Praia e águas calmas, sem ser sopa nem frio da Costa da Caparica.
Viagem planeada
com meses de antecedência, grupo de 6 amigos com 5 nacionalidades, falou-se
Inglês, Espanhol, Francês, Holandês e Português, uma mistura de culturas em
harmonia, benefícios de ser emigrante.
Voo pela KLM, com
paragem em Singapura para reabastecimento, saída do avião para esticar pernas e
pouco mais, na gate não havia lojas. Não posso dizer que já tenha estado em
Singapura… no aeroporto estavam vários A380, normal para a dimensão e tráfego
daquele aeroporto.
Hotel Laguna em
Nusa Dua. O melhor hotel onde já fiquei, com ambiente descontraído e um staff e
serviço irrepreensíveis, de uma simpatia e qualidade impressionantes, com a "extra-mile" constante. "Emprestam-me fita para embrulhar um souvenir?" Veio o "mordomo", levou o souvenir frágil e devolveu totalmente embrulhado
em jornais, com fita e até uma alça para transportar. Uau, obrigada!
Época baixa ou
média, não tinha muita confusão, havia espaço para 6 nas cadeiras da praia, na
piscina, no pequeno-almoço… ginásio bem equipado, spa de alta qualidade,
massagens perto da praia, bares e restaurantes diversos, actividades de praia, uma
maravilha sem queixas.
Na praia tínhamos
os vendedores ambulantes com os colares, pareos, pinturas, loiças, passeios
turísticos… a preços inflacionados, claro. Fora do resort estavam sempre a
perguntar se queríamos táxi. Havia mercados perto, onde se tem sempre de
regatear preços, e as lojas "finas" do Bali Collection.
Com o dinheiro
era uma confusão. Até me fazia lembrar +- o escudo mas… 50000, 10000, 2000…
muitos zeros para ler nas notas e fazer as contas. Preços sempre aos milhares e
no multibanco levantavamos milhões, cerca de 100eur…
Muitas magnólias, esquilos, uma rã… e claro, umas melgas para provar sangue turista.
Praia e águas calmas, sem ser sopa nem frio da Costa da Caparica.
Experimentei
paddleboard, de pé numa prancha com um remo e siga sem cair. E mergulho pela 1a
vez, até 10.2m, cerca de 30min, vi o "Nemo" e o "Gill", peixes-leão, muitos
peixinhos coloridos, anémonas, lula (?). Não fiquei nada chateada de não ver a
manta nem o tubarão, acho que ia ser traumático para 1a vez. Assim não tive
problemas de água na máscara e também correu bem com os ouvidos e a pressão.
Uma maravilha de dias e um bocadinho de cor para combater os dias escuros que já se instalaram. De havaianas e traje de praia para botas, luvas, cachecol e gorro. Há sempre Verão em alguma parte do mundo!
quinta-feira, novembro 20, 2014
Mauritshuis
A Mauritshuis tinha estado em renovação durante uns anos e ainda não tinha tido oportunidade de visitar.
Num dia em Haia, repeti o Escher e pude finalmente ver a rapariga do brinco (enorme) de pérola. Mas este museu tem muito mais para ver que o famoso quadro de Vermeer, como a lição de anatomia de Rembrandt; Jardim do Eden, velha e menino com a vela e retratos de Rubens; este quadro com dezenas de quadros no interior, «Apelles Painting Campaspe»; muitas paisagens e naturezas mortas. Pinturas clássicas da idade de ouro dos mestres Holandeses e Flamengos, essencialmente sécs XVII e XVIII.
Num dia em Haia, repeti o Escher e pude finalmente ver a rapariga do brinco (enorme) de pérola. Mas este museu tem muito mais para ver que o famoso quadro de Vermeer, como a lição de anatomia de Rembrandt; Jardim do Eden, velha e menino com a vela e retratos de Rubens; este quadro com dezenas de quadros no interior, «Apelles Painting Campaspe»; muitas paisagens e naturezas mortas. Pinturas clássicas da idade de ouro dos mestres Holandeses e Flamengos, essencialmente sécs XVII e XVIII.
Logo a seguir
estão os edifícios do parlamento, no Binnenhof.
terça-feira, novembro 18, 2014
Restaurante Fier
Fier, fire… diz
que é Fier, cozinha belga, com boa oferta de cervejas, tanto em pressão como em
garrafa.
Ena, um sítio
menos cheio para a dose de ovos de Domingo! Mas depois o serviço demorou qb,
enfim.
Hamburger com
umas batatas crocantes e uma maionese caseira muito boa.
Ovos benedict com
o molho hollandaise e fiambre
Ovos atlantic com
salmão mas o sr foi simpático e adicionou os espinafres, que eram dos ovos florentine.
Para terminar,
uma french toast, que podia ser melhor pela qualidade do pão, e umas American
pancakes acabadas de fazer, fofinhas e com molho de blueberries muito bom.
Dispensava a manteiga nos 2 casos, antes fosse gelado!
sexta-feira, novembro 07, 2014
Stonehenge
Stonehenge não
aparecia no gps, mas conseguimos lá chegar…
Monumento
pré-histórico e património mundial.
Era impossível de
visitar por falta de tempo, além disso tem de ser com marcação de hora, e é
caro.
Sabia que se
podia ver da estrada mas não estávamos a descobrir onde… conseguimos dar com a
dita, a caminho de Londres. Avistar do carro em andamento, não há sítio para
estacionar nem parar 2min, só dá para tirar fotografias pela janela. Desta vez
deu jeito ser o volante do lado direito para a co-piloto registar o
mo(nu)mento!
Foi um fds
divertido, mini roadtrip com paisagens giras, 389km. Mas muito fica por
descobrir no sul de UK, para além de Wales. Num futuro próximo.
Obrigada P.!
quinta-feira, novembro 06, 2014
Bath – Mix
Depois do museu, havia
pouco tempo para calcorrear a cidade, que embora pequena tem um encanto enorme
e tive pena de não ter mais tempo para a descobrir.
O top 10 passa
pela abadia, que estava fechada, logo ao lado dos banhos romanos.
Na hora de
petiscar, sem tempo para chá, fomos buscar um pãozinho doce (tipo pão de leite) gigante na loja da
Sally Lunn, numa das casas mais antigas da cidade (séc XV). Comemos sem doce
nem salgado, simples e bom.
Seguimos a ver a
ponte Pulteney sobre o rio Avon, com uma rua por cima e lojas dos dois lados,
esquece-se que é uma ponte.
Avista-se a
igreja de St Michael; passa-se pelo hospital de doenças reumáticas, mais uma
utilização das águas termais/minerais.
Chega-se ao
teatro real, com mais de 200 anos.
Visitei a Paxton& Whitfield para levar uns queijos da região, nomeadamente um Dram. Cheddar
ficava perto mas não deu tempo de visitar.
Fãs da JaneAusten podem visitar o museu que retrata a vivência da escritora em Bath no séc
XIX.
Depois de subir a
Gay Street chega-se ao Circus, arquitectura Georgiana e logo a seguir o RoyalCrescent, com um espaço verde enorme, flores e parque para caminhar.
Mas teve de ser o
fim da visita e regressar ao carro para um último ponto turístico antes do
regresso ao aeroporto.
quarta-feira, novembro 05, 2014
Bath – Roman Baths & Pump Room
De carro para
Bath foi num instante. Em menos de 3h demos um giro pela cidade.
O complexo era
enorme e apesar do tempo e destruições alheias, algumas partes ainda são
originais, a reconstrução audiovisual ajuda a completar o puzzle. É muito
interessante de visitar, confirmar o nível de evolução das obras engenhosas dos
Romanos.
A visita
obrigatória era aos banhos Romanos, onde há séculos já aproveitavam o conceito
de banhos públicos / spa com banhos de águas frias e quentes, saunas, jacuzzi…
Não estava fila
grande para entrar (mas estava quando saímos) e demora mais de 1h a ver. O guia
áudio está incluído mas é impossível ouvir todas as explicações. Muitos
artefactos, museu, explica como traziam a água, como usavam cada sala, crenças
e hábitos.
Termina-se a
visita na grandiosa Pump Room, onde se pode tomar chá e almoçar.
terça-feira, novembro 04, 2014
Bri – GBK
Depois de um dia
a caminhar, descanso no hotel e regresso à cidade para jantar.
O Gourmet BurgerKitchen é uma cadeia com origem Neozelandesa, daí ter no menu um kiwiburger com
a típica fatia de beterraba.
Enquanto se
espera dão-nos copos para amendoins, incluindo um para as cascas.
Fomos para os
clássicos de carne de vaca, acompanhados de chunky skin-on e skinny fries. O
molho picante vermelho era com pimentos assados, o verde era com kiwi e
pimentos habaneros, ambos bastante picantes!
O Fitbit One contou
18km de caminhada, monte acima, escada abaixo, ruas íngremes, avenidas com
gente, faz-se exercício da maneira mais agradável, turismo!
segunda-feira, novembro 03, 2014
Bri – Stokes Croft e Banksy
O artista de
pseudónimo Banksy é de Bristol. Conseguimos encontrar 2 trabalhos dele pela
cidade : Well Hung Lover (com splashes de tinta alheia, azul e branca a
danificar o original) na Frogmore Street e o Mild, Mild West no bairro de
Stokes Croft.
O bairro está
cheio de obras de artistas de rua, graffiti, paredes coloridas, murais… Gente
descontraída, jovem, com ambiente diferente de outras zonas da cidade, não
necessariamente inseguro.
Se soubesse tinha
pesquisado este, mas a notícia saiu depois do fds…
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