quarta-feira, janeiro 27, 2010

Dub – Tour p4


A casa de Oscar Wilde.

Catedral de St. Patrick

Connolly Station

Garden of Remembrance, dedicated to those who gave their lives in the cause of Irish Freedom

The “Black Church”, 1830

St George’s Church, 1802

Igreja de S. Francisco Xavier (?)

Estádio Croke Park, sede da Gaelic Athletic Association, onde há Gaelic Football (“a mixture of soccer and rugby”) e Hurling (“a game similar to hockey, in that it is played with a small ball and a curved wooden stick”). Por cá também se pode jogar!

terça-feira, janeiro 26, 2010

Dub – Pelas ruas de Baile Átha Cliath


Na cidade de "black pool" as placas têm frequentemente indicações em inglês e irlandês/gaélico.

Os recipientes de lixo apelam para não se ser "porco". Mas também se via a versão anti-tratado de Lisboa...

Ah, como seria bonito se as beatas deixassem de estar sempre espalhadas no chão em qualquer lugar... Recipiente de lixo britânico.

Não fosse o gelo e talvez tivéssemos andado nas Dublin Bikes. Pormenor de candeeiro de rua (parte de cima).

Pormenor de candeeiro de rua (parte de baixo). Marco do correio, verde irlandês, pois claro!

Um pouco por toda a cidade há “placas decorativas” no chão. Olha que giro o símbolo em castelo de Dublin Bus!
Só para aí à 3° olhadela é que interpretei o boneco com “d&b”... duh... (blin!)

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Dub – Tour p3

Já por nossa conta, apanhámos o LUAS, transporte público, e conseguimos chegar (sempre a escorregar e a ameaçar cair) ao IMMA, Museu Irlandês de Arte Moderna. Tinha uma exposição interessante, Picturing New York.

Chegámos e o senhor diz que estão fechados. Mas ainda falta para as 17h! Pois mas as estradas estão geladas e os carros não conseguem cá chegar... pois... mas nós estamos aqui e queremos ver! Está fechado... :( bolas... e agora?

Seguimos pelo gelo fora e fomos até ao parque Phoenix, onde tinha o enorme obelisco, monumento Wellington (1817).

O parque era muito grande, mas tudo estava branco e gelado, muito muito frio.

Noutros passeios:
Grafton street, uma das ruas de lojas.

É muito fácil encontrar lojas de souvenirs, principalmente da cadeia Carroll’s, com dezenas de artigos em cor “verde irlandês”, com leprechauns, ovelhinhas (negras), da cerveja Guinness, bombons deliciosos de Baileys... Fico sempre com a ideia de que não temos muitos souvenirs "giros" de Portugal, comparando com o que se encontra noutras cidades europeias. Não temos de ser igual aos outros, mas lembro-me que há uns anos foi difícil encontrar um íman de frigorífico de PT, que gostasse. Felizmente há a Alma Lusa… mas não é muito barato...

Posto dos correios (1818)

Rio Liffey

A “Spire” na O’Connel street, há quem diga que ajuda para se localizar na cidade, e tem muitas alcunhas...

Conseguimos ver o Book of Kells que data aprox do séc IX, repleto de ilustrações muito ricas e trabalhadas, a cores, com pigmentos oriundos de todo o mundo.

A biblioteca do Trinity College recebe um exemplar gratuito de todos os livros publicados na Irlanda e Grã-Bretanha... terá cerca de 3 milhões de exemplares e o guia disse que eram organizados por... alturas, nas prateleiras... Hoje em dia já não será assim!?

A Long Room que se pode visitar tem mais de 200 000 livros antigos, é muito bonita e dava vontade de ficar mais tempo a explorar. Por motivos de conservação está a uma temperatura fria e as prateleiras estão vedadas aos visitantes.
Tem também a harpa sobrevivente à passagem do tempo, a mais antiga da Irlanda, provavelmente do séc XV. Não se podia fotografar nada.
As restantes bibliotecas da Universidade estavam fechadas, pausa de férias entre Natal e Ano Novo.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Dub – Portas


As portas coloridas ilustram muitos postais do país.

Dão cor à cidade, meio cinzenta… chove quase todos os dias!

Maçanetas à esquerda, à direita… e no meio!? Não dá muito jeito… mas fica bonito…

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Dub – Tour p2


Trinity College, entrada e recinto principal.

Passámos pela parada de ano novo, em preparação.

Participating Bands:
-University of Delaware Fightin' Blue Hen Marching Band from Newark, Delaware
-The University of Massachusetts Minuteman Marching Band from Amherst, Massachusetts.
-Garda Band

Nos dias seguintes era vê-los na fila para o Book of Kells e na Guinness… estavam em todo o lado!

Leinster House, o parlamento.

Museu Nacional (não visitámos).

Parque de St. Stephen’s Green, bastante congelado.

Bank of Ireland, com janelas de pedra, na altura tinha de se pagar imposto sobre o vidro…

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Dub – Tour p1

Em noite de ano novo, com gelo nas ruas, era muito fácil ver meninas de grandes saltos altos, até agulha, a cair no chão... muitas sob o efeito do álcool. Quase todas com falta de roupa apropriada ao frio que se fazia sentir, enfim.
Não dormimos grande coisa e fomos a tempo do pequeno-almoço, nos nossos PJs.
Despachados rapidamente. Olha, há uma free tour, acabaram de sair! Apanhámos o guia no hostel “irmão”. Ah e tal, é de graça mas aceito gorjetas, de 6 a 10eur. Como??? Enfim, percebe-se, mas sugerir valores já não achei simpático. Ele esforçou-se, explicava muito e sabia factos interessantes, mas passámos muito frio parados na rua, malditos pés gelados!

A ponte Halfpenny chama-se assim porque no antigamente tinha de se pagar essa quantia de portagem para a poder atravessar.

O muro dos famosos irlandeses. Não sou capaz de os identificar a todos, mas estão os U2, a Sinéad O’connor, Luke Kelly (Dubliners), Christy Moore, Van Morrison, Eithne Ni Bhraonain (Enya!), Bob Geldof... Também podiam estar o Pierce Brosnan, Oscar Wilde, Daniel O'Connell, James Joyce...

City Hall

Não entrámos no castelo de Dublin, que de castelo não aparenta muito. Embora noutro dia tivéssemos passado nas traseiras e já vimos “muralhas”.

Christ Church Cathedral
O frio era tanto que já custava a falar, a cara parecia meio congelada, os músculos ficavam mais lentos!

Nollaig Shona Duit, uma espécie de Feliz Natal.

Disse o guia que os U2 ensaiavam num armazém desta rua, depois queriam sempre ir beber umas cervejas e o sítio do outro lado da rua era o Clarence Hotel. Mas nessa altura eles não tinham bom aspecto e o porteiro não os deixava entrar. Eles insistiam e recebiam a mesma resposta. Até que o Bono terá dito que um dia ia ser famoso, comprava o hotel e despedia o porteiro. Verdade ou não, o que é certo é que o hotel pertence ao Bono & The Edge...

Uma das guitarras do Rory Gallagher.

A zona do Temple Bar era do sr Temple, em tempos.

Foram os pubs onde estivémos no dia anterior. Olha a bandeira nacional!!!

terça-feira, janeiro 19, 2010

Dublin – Viagem e estadia


Voos directos, a partir de Amesterdão ou Lisboa com a Aer Lingus, low-cost, ficou por pouco mais de 100eur.
Saí de Schiphol já era escuro, enquanto o avião se dirigia para a pista, via-se a toda a volta na paisagem fogo de artifício, aqui e ali, colorido, ao longe, giro.
Há sempre centenas de acidentes, pessoas a ser detidas, uns ficam sem olhos, outros perdem as mãos… são terrivelmente inconscientes no ano novo, perdem o juízo por completo!
“last year 265 people were taken to hospital with eye injuries during the festivities, and 24 eyes were lost. Most of the victims were aged under 15 and 57% were bystanders”
“ING expects €65m-worth of fireworks to be set off around midnight.”

Pela primeira vez fiquei num hostel, fez lembrar os tempos de campismo. Escolhemos quarto de 6, com 3 beliches, em cada noite havia alguém a ressonar… wc privativa, mas havia outras em cada andar. Pequeno-almoço simples, salas de TV com jogos, wireless para ver emails, marcar bilhetes, usar o skype no ipod...
Jovens de todo o lado, indianos, espanhóis, italianos, franceses, brasileiros... sozinhos ou em grupo, mas também famílias com crianças pequenas. É sem dúvida mais barato que hotel, e melhor que parques de campismo por ficar no centro, pode é ter-se azar com os companheiros de quarto, cada um chega à sua hora (acende a luz, faz barulho) e tem o seu ritmo de manhã... De noite havia filmes, vimos o estranho Withnail & I (difícil de perceber na íntegra sem legendas, dado o som envolvente) e o Charlie Wilson's War.
Era dia 31, conseguimos entrar no Temple Bar, muito cheio e também passámos no Oliver St. John Gogarty. Aqui consigo encontrar facilmente uma Guinness, “the black stuff”!

Fiquei desiludida com a meia-noite. Decidimos ir para a ponte Halfpenny por cima do Liffey, que não estava vazia. Mas não houve fogo de artifício :( Nem sabíamos bem se já era meia-noite, não houve a contagem 10-9-8... ao longe ouvia-se barcos, um ou outro foguete, mas fraquinho...
Abra-se a Aliança (do aeroporto de Lx) servida em copos de champanhe (de plástico do AH). Formulem-se os desejos com as 12 passas (trazidas de PT)!
“Estão a falar português...”, ouvimos. Metemos conversa.
Olá, são portugueses? Querem champanhe? E passas? São de onde?
“Vivemos em Cork.”
Olá, somos o Pedro e Joana.
“Olá, somos o Zé e o Rui.”
"Joana... de Amesterdão? Tens um blog?“
...
O mundo é bem pequenino, não é!!??

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Gemeente museum


Depois do Escher fomos ao museu Gemeente, onde tinha uma exposição de pintura Cézanne – Picasso – Mondrian (ou Mondriaan? Vi escrito no museu em legendas e catálogos das duas maneiras, mas mais estranho que isso, foi ver quadros assinados das 2 maneiras… mas afinal qual é o nome do pintor? Nem ele sabe próprio sabe??). Até 24 Jan.

Fiquei um bocadinho desiludida com um quadro enorme do Piet, mas no fundo é normal que sejam imperfeitos, que haja riscos menos direitos, que a tinta saia das listas coloridas, mas neste caso surpreendeu ter fita colada e outros materiais.
O Pablo tem umas fases com aqueles desenhos estranhos (fiquei traumatizada de ver uns muito pornográficos num museu em Lisboa, numa visita da escola, no secundário).
O Paul é considerado o pai da arte moderna, o mais velho dos 3 pintores, muito admirado pelo Picasso.

É giro ver um enorme “calendário” ilustrado na parede a marcar as datas de todos os quadros expostos.
Para além desta exposição, havia outras, mais ou menos engraçadas, de pintura, fotografia, objectos, escultura, arte duvidosa (aqueles amontoados de "lixo" no chão).