
No Domingo o pai Mota fez anos, fomos almoçar fora.
Depois fomos à Gulbenkian ver a exposição do Amadeo de Souza Cardoso. Não conhecia a obra e gostei muito. Ele próprio dizi que não tinha escola e também não consegui responder a um colega meu que perguntou qual o estilo dele. Tinha vários, coloridos, mais soturnos, várias técnicas à pincelada, geometrias, desenhos com tinta da China, quadros simples e daqueles que a imagem dificilmente se parece relacionar com o título. Fiquei logo com vontade de pintar, mas nunca há tempo.
Depois fui ter com o André Cid e fomos para o armazém de Alcântara. Há anos que contribuo para o Banco Alimentar. Andava há muito tempo a querer ajudar do outro lado, no voluntariado e gostei muito.
Vão chegando carros, carregam paletes, uns abrem os sacos e deixam as coisas cair num tapete rolante, outros recolhem coisas de um tipo, coloca-se em caixas, embala-se com fita e enche-se outra palete.
Comecei por levar caixas vazias, depois recolher sacos e finalmente encarregue de recolher latas de feijão. Muitas latas de muitos tipos de feijão, branco, preto, encarnado, manteiga, frade, latas grandes e pequenas. Às vezes também iam latas de ervilhas e de milho. Outros recolhiam latas de atum, salsichas, azeites, óleos, massas, leite, cereais, sal, etc. assim tipo fábrica, muito engraçado, muita malta jovem. Às vezes o tapete enchia-se com mais coisas e era o caos a recolher as coisas e escoar para as mesas onde se punham em caixas. Às vezes parava à espera de novas paletes.
E depois há aquelas ‘ofertas’ estranhas, como perecíveis de ovos, iogurtes, pão, manteiga. E aqueles ‘alimentos’ pouco comuns como sabonetes, guardanapos, brinquedos, lenços de papel. Caixas de chocolate guylian, bombons, pudins e gelatinas, queques, garrafas de água,
encontra-se de tudo.
Vê-se muitas tias a ajudar e miúdos de 13 anos a tratarem-se por você. Tinha música e iam dizendo quantas toneladas já tinham. Todos ajudam a fazer alguma coisa e vê-se muitos escuteiros já habituados às tarefas. Quando se partia uma garrafa de azeite, cobriam de areia e varriam, ficava logo resolvido!
Depois fui ter com o André Cid e fomos para o armazém de Alcântara. Há anos que contribuo para o Banco Alimentar. Andava há muito tempo a querer ajudar do outro lado, no voluntariado e gostei muito.
Vão chegando carros, carregam paletes, uns abrem os sacos e deixam as coisas cair num tapete rolante, outros recolhem coisas de um tipo, coloca-se em caixas, embala-se com fita e enche-se outra palete.
Comecei por levar caixas vazias, depois recolher sacos e finalmente encarregue de recolher latas de feijão. Muitas latas de muitos tipos de feijão, branco, preto, encarnado, manteiga, frade, latas grandes e pequenas. Às vezes também iam latas de ervilhas e de milho. Outros recolhiam latas de atum, salsichas, azeites, óleos, massas, leite, cereais, sal, etc. assim tipo fábrica, muito engraçado, muita malta jovem. Às vezes o tapete enchia-se com mais coisas e era o caos a recolher as coisas e escoar para as mesas onde se punham em caixas. Às vezes parava à espera de novas paletes.
E depois há aquelas ‘ofertas’ estranhas, como perecíveis de ovos, iogurtes, pão, manteiga. E aqueles ‘alimentos’ pouco comuns como sabonetes, guardanapos, brinquedos, lenços de papel. Caixas de chocolate guylian, bombons, pudins e gelatinas, queques, garrafas de água,
encontra-se de tudo.
Vê-se muitas tias a ajudar e miúdos de 13 anos a tratarem-se por você. Tinha música e iam dizendo quantas toneladas já tinham. Todos ajudam a fazer alguma coisa e vê-se muitos escuteiros já habituados às tarefas. Quando se partia uma garrafa de azeite, cobriam de areia e varriam, ficava logo resolvido!

E para baixar o nível da saca de sacos de plástico vazios, pegavam nos miúdos mais pequenos e ficavam dentro da saca gigante como se estivesse a pisar uvas, coitado, ficava todo sujo mas divertia-se.
Uma pessoa sente-se útil e é giro. Só não fiquei mais porque tinha de ir embora.
Fiquei lá umas 3h e depois fomos comer, tinha jantar.
E depois ainda fui ver o James Bond. É loiro e não tem metade do charme do Pierce, para além de ter uma expressão facial mais 'dura'. Mas o seu porte altamente atlético e o bom desempenho do papel convence. Muitos tiros e pulos e correrias, esfarrapa-se todo mas é incansável. Seria o primeiro filme da saga, daí ter alguns pormenores ‘estranhos’ algo lamechas. Mas ficamos a perceber a criação do ‘shaken not stirred’, a relação com as mulheres e o mítico ‘Bond, James Bond’.
JM
















































