quarta-feira, dezembro 09, 2009

MEX – Barceló p3


Todos os dias eu comentava, esta paisagem parece falsa, a cor da areia, a claridade do sol, a temperatura da água...

Se houvesse um Tudo Incluído em PT… íamos? Talvez… seria um bom destino para passar uma festa de anos com amigos, entre banhos, buffets e diversão! Ou para famílias grandes, reunidas entre primos e cunhados, gerações diferentes. Com a pulseira e segurança do resort, não há a questão de pedir dinheiro para o gelado, há apoios dos monitores e muitas actividades para distrair!
Será que os mexicanos vão lá? Sim, de outras zonas onde não têm tão boas praias. Mas os turistas mais frequentes ali pareciam ser os italianos, por todo o lado. Nunca ouvimos falar português! Perguntei, ah sim eles vêm em Agosto! Porque havemos de ir em Agosto se nessa altura também é Verão em PT?... Mais vale ir no Carnaval, Páscoa... quando temos saudades do sol e calor!

Miminhos das empregadas, um elefante feito de toalhas.


Cinzeiros

Na zona da Riviera Maya, apelo do guia turístico, não há fábricas ou agricultura, há turismo. Pelo que se trata bem do turista, fonte de rendimentos. E se pede colaboração. Mas com tanto resort, uma série de infraesctruturas tem de estar criada para os suportar, tem de haver lavandarias, catering, distribuição de mercearia, padaria, empresas de aluguer de carros, excursões, táxis, bombas de gasolina, oficinas… e tudo gira à volta do turismo.

No resort havia lojas, também serve de distração e acabámos por não ir sozinhas a Playa del Carmen descobrir o comércio e preços locais. Em termos de compras há muita joalharia em prata, mais barata e de boa qualidade, peças muito originais, com influência da cultura local ou simples, para todos os gostos e preços. E também louçaria pintada à mão, cores vivas e alegres, motivos mayas ou «mexicanos«, com cactos, sombreros, peixinhos, iguanas…
Tudo se negoceia, gostam que falemos español e que paguemos em pesos mexicanos, ou dinheiro vivo em vez de cartão de crédito, por causa das comissões da transação.

Não experimentámos esta modalidade, mas o "páraquedas" estava contente!

Também tinha salas para conferência, mas não sei se tinham muita adesão, a internet não estava disponível nos quartos, só havia em salas próprias, e hoje em dia é quase impensável trabalhar e comunicar sem internet.


Vista de parte das piscinas, ligadas, com jacuzzi e jactos de água, o bar com acesso directo e bancos submersos...

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